Administração: Registrando sua empresa

Registrando sua empresaO registro de uma empresa compreende os procedimentos burocráticos necessários para a formalização do empreendimento. Esse registro varia de acordo com a região onde ela se encontra e depende do tipo de sociedade constituída.

 

 

Junta Comercial

Registrando sua empresa

Registrando sua empresa na Junta Comercial

É o órgão estadual onde será registrado o nome da empresa. Antes de registrá-la, é feita uma pesquisa para saber se já existe alguma empresa registrada com o mesmo nome.

 

Receita Federal

 Receita Federal

Receita Federal

É órgão que regulamenta e fiscaliza a vida financeira das empresas. Para fazer essa fiscalização é registrado o CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – da empresa, que é o CPF das empresas.

 

 

Secretaria da Fazenda

Registrando sua empresa no Ministério da Fazenda

Registrando sua empresa no Ministério da Fazenda

Devem ser registradas nesse órgão as empresas que trabalham com venda de mercadorias. No ato do registro, as empresas recebem um número chamado Inscrição Estadual.

 

Instituto Nacional de Seguro Social (INSS)

É o órgão do Governo Federal que faz o pagamento dos aposentados e pensionistas, de auxílio-doença, entre outros benefícios. Ele é calculado por meio de um percentual retirado do salário do trabalhador. Esse percentual está de acordo com a sua faixa salarial.

 

Sindicatos

São organizações que protegem os direitos dos trabalhadores de determinadas classes de trabalho.

Existem também os Sindicatos Patronais, que protegem os direitos das empresas e dos patrões. As empresas devem ser registradas nos dois sindicatos obrigatoriamente.

Órgãos de Classe

São órgãos federais e estaduais que representam profissionais de uma determinada classe. A empresa deve ser registrada em órgãos de classe, para saber se os profissionais contratados são registrados e habilitados.

ÓRGÃOS DE CLASSE
Devem ser Registrados no(a):
Administradores CRA – Conselho Regional de Administração
Enfermeiros COREN – Conselho Regional de Enfermagem
Analista de Sistemas CREI – Conselho Regional de Informática
Educador Físico CREF – Conselho Regional de Educação Física
Corretor de Imóveis CRECI – Conselho Regional de Corretores de Imóveis
Psicólogos CRP – Conselho Regional de Psicologia

 

Bibliografia

CONARQ – Conselho Nacional de Arquivos

CAMARGO, Ana Maria de Almeida; BELLOTTO, Heloisa Liberalli.

CHIAVENTAO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração: Uma visão abrangente da moderna Administração das organizações – 7ª Ed. Rev. E Atual. – Rio de Janeiro: Elsevir, 2003.

 

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O que é necessário para abrir uma empresa

Para abrir uma empresa, você deve ter uma iniciativa empreendedora. O segundo passo é a definição do negócio.

Ao iniciar um negócio próprio é necessário:

Abrindo uma Empresa

Abrindo uma Empresa

  •  Tomar Decisões: Quando você administra, está tomando decisões, e vice-versa. Decisões são escolhas que você faz com resultado da análise de alternativas que surgem da avaliação de problemas e oportunidades;
  • Trabalhar com as pessoas: O principal recurso das empresas são as pessoas. O administrador ou empreendedor precisa de pessoas para fazer a empresa funcionar, alcançar objetivos e crescer. Para trabalhar de forma certa o gestor precisa trabalhar com liderança, motivação e negociação;
  • Processar Informações: Você precisa interpretar, entender e analisar as informações para tomar decisões corretas sobre o desempenho das pessoas e da empresa. Existem diversas órgãos que fornecem orientações e apoio para a criação de uma empresa. Relacionaremos abaixo alguns dos mais importantes.

Procure um Contador

Abrir uma empresa não requer apenas o capital e a escolha do negócio. Para resolver os tramites legais e burocráticos, procure um contador. Deve-se escolher um profissional com experiência para que a abertura da empresa seja feita da forma mais correta e o mais rápido possível.

Incubadoras

Muitas pessoas tem uma ideia e vontade de abrir uma empresa, mas enfrentam dificuldades, como capital insuficiente, desconhecimento do mercado e inexperiência administrativa e, por conta disso, acabam fechando as portas antes de completar uma não de existência. As incubadoras oferecem apoio necessário às pequenas empresas nos seus primeiros anos de existência.

Órgãos de Informação e apoio

Além das incubadoras, podemos recorrer a inúmeros órgãos que apoiam as pequenas empresas com relação a informação, apoio e financiamentos.

Identificando as Oportunidades

Uma pessoa com perfil empreendedor consegue identificar as oportunidades simplesmente ao andar pelas ruas e observar os empreendimentos já estabelecidos, as pessoas e os nichos de mercado, diferente das pessoas comuns.

Necessidade dos Consumidores

Um empreendedor consegue identificar as necessidades dos consumidores e desenvolver negócios baseados nessas necessidades. Um exemplo hoje em dia é o marido de aluguel (profissional que faz serviços elétricos, hidráulicos, de pintura, instalações e pequenos reparos em residências, inicialmente criado para atender a necessidade de mulheres divorciadas e solteiras, mas que se expandiu e hoje atende até empresas).

Aperfeiçoamento do Negócio

A observação da insatisfação ou de novas necessidades dos clientes por meio de pesquisa de satisfação pode aperfeiçoar e adequar seu produto ou seus serviços aos clientes, como, por exemplo, delivery, melhoria no atendimento aos clientes, inserção de novos produtos, programa de fidelidade e etc.

Análise de Riscos

O empreendedor deve conhecer todos os pontos que oferecem riscos ao negócio. Esses pontos podem oferecer maiores ou menores riscos.

A análise deve ser permanente devido à evolução do ambiente organizacional; caso apareçam situações de ameça, a organização deve estar preparada para enfrentá-las.

 

Bibliografia

CONARQ – Conselho Nacional de Arquivos

CAMARGO, Ana Maria de Almeida; BELLOTTO, Heloisa Liberalli.

CHIAVENTAO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração: Uma visão abrangente da moderna Administração das organizações – 7ª Ed. Rev. E Atual. – Rio de Janeiro: Elsevir, 2003.

 

 

Tipos de Empresas e Organizações

Tipos de EmpresasDefinição de Empresa: Sua constituição tem o objetivo de gerar produtos e/ou Serviços para atender às necessidades das pessoas, ou dos mercados, com isso obtendo lucro.

Para administrar ou ter uma empresa, você deve ter conhecimento sobre o mercado, o negócio, as técnicas de venda e quais são os procedimentos para abrir uma empresa.

Tipos de Empresas

Segundo o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), as empresas podem ser classificadas pelo seu porte econômico-financeiro. Segue abaixo essa classificação:

Classificação

Receita Operacional Bruta Anual

Microempresa Menor ou Igual a R$ 2,4 Milhões
Pequena Empresa Maior que R$ 2,4 Milhões e Menor ou Igual a R$ 16 Milhões
Média Empresa Maior que R$ 90 Milhões e Menor ou Igual a R$ 90 Milhões
Média – Grande Empresa Maior que R$ 90 Milhões e Menor ou Igual a R$ 300 Milhões
Grande Empresa Maior que R$ 300 Milhões

As empresas também podem ser classificadas pelo setor da economia:

  • Primeiro Setor: Governo;
  • Segundo Setor: Iniciativa Privada;
  • Terceiro Setor: Sociedade Civil (Sem Fins Lucrativos).

As empresas podem ainda ser classificadas pela quantidade de sócios:

  • Empresa Individual: Apenas uma pessoa é proprietária da empresa. Neste tipo de empresa, confunde-se o capital da empresa com o capital do proprietário;
  • Empresa de Responsabilidade Limitada (ou sociedade por quotas): a responsabilidade dos sócios da empresa é determinada de acordo com a quantidade de quotas que cada um possui e a empresa deve estar registrada na junta comercial do estado;
  • Sociedade Simples: organizada por no mínimo duas pessoas que exercem profissão intelectual de natureza científica, literária ou artística, por meio de prestação de serviços;
  • Sociedade Empresária: De acordo com o artigo 966, do Código Civil: “Considera-se empresário quem exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou circulação de bens ou de serviços”, e de acordo com o artigo 982, do Código Civil: “Salvo as exceções expressas, considera-se empresária a sociedade que tem por objetivo o exercício de atividade própria de empresário sujeito a registro (artigo 967) “; e, como simples, as demais”. “Parágrafo único. Independentemente de seu objeto, considera-se empresária a sociedade por ações; e simples, a cooperativa”. Então, podemos dizer que Sociedade Empresária é a união de dois ou mais empresários para desenvolver atividades econômicas.
  • Sociedade Anônima: O capital é distribuído em ações e cada sócio, ou acionista tem suas responsabilidades relacionadas ao valor e à quantidade de ações que possui.
  • Sem Fins Lucrativos:  São organizações onde todo o lucro obtido deve ser reinvestido em estrutura ou às atividades que mantêm. Podemos também classificar as empresas como nacionais (empresas que produzem ou prestam serviços em um único país), multinacionais (empresas que produzem ou prestam serviços em países diferentes, nos quais estão suas filiais, de suas respectivas sedes, onde fica sua matriz) e transnacionais (empresas que têm matriz e filiais em vários países).

Bibliografia

CONARQ – Conselho Nacional de Arquivos

CAMARGO, Ana Maria de Almeida; BELLOTTO, Heloisa Liberalli.

CHIAVENTAO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração: Uma visão abrangente da moderna Administração das organizações – 7ª Ed. Rev. E Atual. – Rio de Janeiro: Elsevir, 2003.

O que é administração de empresas ?

administracaoAdministração é a tomada de decisões relacionadas ao gerenciamento dos recursos disponíveis. Esse gerenciamento traz os seguintes princípios:

Planejar, Organizar, 
Dirigir e Controlar.

As principais funções administrativas são:

  • Traçar objetivos;
  • Analisar e Solucionar Problemas;
  • Organizar e Alocar Recursos Financeiros, Tecnológicos e Humanos;
  • Liderar comunicando, Negociando, Dirigindo e Motivando as Pessoas.

Em uma organização do consumidor empresarial capitalista, procura-se alcançar três objetivos principais:

  • A satisfação do consumidor com o produto ou serviço prestado;
  • O lucro obtido com a comercialização da produção ou com o serviço prestado;
  • A redução de custos em todos os setores da empresa.

Eficiência, Eficácia e Efetividade

Eficiência, Eficácia e EfetividadeNa administração, muitos profissionais lidam direta e indiretamente com a eficiência e a eficácia; porém, o processo de lidar com elas é atribuído na prática. As empresas precisam de profissionais que sejam eficientes, gerando resultados com relação ao trabalho e ao objetivo da empresa. Por outro lado, para ser eficiente, o profissional deve estar sempre ligado à eficácia de suas ações. Em outras palavras, eficiência e fazer as coisas da maneira certa e eficácia é fazer as coisas certas ou seja, fazendo bem feito.

Diferenças entre eficiência e eficácia

 

Eficiência

Eficácia

   
Fazer corretamente as coisas Fazer as coisas necessárias
Preocupar-se com os meios Preocupar-se com os fins
Enfatizar métodos e procedimentos Enfatizar objetivos e resultados
Cumprir os regulamentos internos Atingir os Objetivos e Metas
Treinar e Aprender Saber e Conhecer
Jogar Futebol com Arte Ganhar a partida de Futebol
Saber Batalhar Ganhar a Guerra
Ser Pontual no Trabalho Agregar valor e riqueza à organização
   

Já a efetividade é ser eficiente e eficaz ao mesmo tempo, atingindo os objetivos e utilizando de forma correta os recursos disponíveis, sem desperdícios.

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Departamento de Pessoal: Exame admissional e Demissional

Exame Admissional e DemissionalExame Admissional

Esse exame é obrigatório e deverá ser realizado antes da contratação ser efetivada, para que se verifique a saúde deste novo colaborador. Tal medida assegura tanto o funcionário quanto o empregador. Esta avaliação verificará algum tipo de doença pré – existente.

Exame Demissional

O exame demissional é realizado no ato da demissão, a fim de documentar as condições de saúde do funcionário neste momento, sendo de fundamental importância para que, futuramente o funcionário não alegue que foi demitido com problemas de saúde causados pelo seu trabalho.

Referencial Bibliográfico

SILVA, Marilene Luzia da. Administração de Departamento Pessoal 8 ed. – Érica

CAIEIRO, Rubens. Manual de Departamento Pessoal – 4 ed. – STS

Departamento de Pessoal: Obrigações Trabalhistas e Previdenciários

São obrigações trabalhista e previdenciários:

São obrigações trabalhista e previdenciários

  • Efetuar, até o 5º dia útil do mês subsequente, o pagamento dos salários;
  • Efetuar, até o dia 7 do mês subsequente, o pagamento da GRF (guia de recolhimento do FGTS);
  • Transmitir via internet, até o dia 7 do mês subsequente, o arquivo gerado pelo aplicativo ACI (aplicativo CAGE informatizado);
  • Transmitir via internet, até o dia 7 do mês subsequente o arquivo gerado pelo aplicativo SEFIP;
  • Até o dia 10 do mês subsequente, encaminhar cópia da GPS ao sindicato representativo da categoria econômica ou profissional;
  • Durante um mês, afixar no quadro de horário, cópia da GPS referente ao mês anterior;
  • Até o dia 15 do mês subsequente, encaminhar ao sindicato representativo da categoria econômica ou profissional, a relação de empregados que tiveram desconto da contribuição sindical;
  • Efetuar, até o dia 15 do mês subsequente, o pagamento da GPS (guia da previdência social) dos empregados domésticos, contribuintes individuais e facultativos;
  • Efetuar, até o dia 20 do mês subsequente, o pagamento da GPS (guia da previdência social) dos empregados regidos pela CLT;
  • Efetuar, até o último dia útil do 2º decêndio (período de 20 dias), o pagamento do IRRF;
  • Até o último dia útil do mês, efetuar o pagamento da GRCSU (Guia de Recolhimento da Contribuição Sindical Urbana)

Referencial Bibliográfico

SILVA, Marilene Luzia da. Administração de Departamento Pessoal 8 ed. – Érica

CAIEIRO, Rubens. Manual de Departamento Pessoal – 4 ed. – STS

Departamento de Pessoal: Obrigações Trabalhistas

Qualquer empresa, independente do seu porte, possui obrigações a serem cumpridas. Tais obrigações se distribuem ao longo do ano, dividindo-se em mensais e anuais. Algumas obrigações surgem apenas em determinadas situações, como em caso de inspeções, férias e outras.

CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados)

Todas as empresas que admitirem, transferirem ou desligarem seus empregados estarão obrigadas a realizar tal comunicado ao Ministério do Trabalho e Emprego. Ele tem como finalidade informar ao governo dados estatísticos, para avaliação do número de empregados e desempregados no país. Essa comunicação é feita através do sistema padronizada ACI-CAGED, e o prazo de entrega é o dia 07 (sete) de cada mês.

Guia de Recolhimento do FGT e informações à previdência

Social – GFIP

A GFIP – Guia de Informações a Previdência Social – foi criada pela lei 9528/97, sendo ela obrigatória a todas as empresas de qualquer porte, atividade ou forma de tributação.

A Guia deverá ser entregue, por meios eletrônicos (disquete, internet, home banking), todo dia 7, à Caixa Econômica Federal.

Na GFIP, deverão constar informações como o nome de cada trabalhador, o valor do seu salário, as licenças, as férias e as condições a que ele está submetido, bem como os agentes nocivos, 13º salário, incluindo-se até sua antecipações. Os dados deverão ser informados na moeda da competência, separadamente da remuneração regular, em campo próprio da GFIP.

Mensalmente, a guia deve ser entregue por todos os empregadores, sejam pessoas físicas ou jurídicas, e atende a duas finalidades distintas: permitir o recolhimento do FGTS dos empregados celetistas, e trazer informações importantes para a Previdência Social.

As empresas, por desconhecimento, muitas vezes informam apenas os dados sobre os trabalhadores que têm carteira assinada, sem mencionar nada sobre a mão – de – obra terceirizada.

Como dito anteriormente, o documento tem duas finalidades distintas, sendo a primeira permitir o recolhimento do FGTS e, a segunda, informar todos os fatos geradores de contribuições à Previdência Social, inclusive as remunerações dos trabalhadores, os valores devidos ao INSS, as condições de trabalho, entre outras.

Diante das informações contidas na Guia, será possível automatizar os benefícios concedidos aos segurados, o que se traduz em melhoria na qualidade do atendimento.

RAIS – Relação Anual de Informações Socias

A gestão governamental do setor do trabalho conta com o importante instrumento de coleta de dados denominado de Relação Anual de Informações Sociais – RAIS. Instituída pelo Decreto nº 76.900, de 23/12/75, a RAIS é responsável por:

  • O suprimento as necessidades de controle da atividade trabalhista no país;
  • O provimento de dados para a elaboração de estatísticas do trabalho;
  • A disponibilização de informações do mercado de trabalho às entidades governamentais.

Os dados coletados pela RAIS constituem expressivos insumos para atendimento das necessidades:

  • Da legislação da nacionalização do trabalho;
  • De controle dos registros do FGTS;
  • Dos sistemas de arrecadação e de concessão e benefícios previdenciários;
  • De estudos técnicos de natureza estatística e atuarial;
  • De identificação do trabalhador com direito ao abano salarial PIS/PASEP.

DIRF (Imposto de Renda Retido na Fonte)

Devem apresentar a declaração do imposto de renda retido na fonte (DIRF) as seguintes pessoas físicas e jurídicas que pagaram ou creditaram rendimentos com retenção do imposto de renda na fonte, ainda que em um único mês do ano-calendário, por si ou como representantes de terceiros:

  • Pessoas jurídicas de direito público;
  • Filiais ou representações de pessoas jurídicas com sede no exterior;
  • Empresas Individuais;
  • Caixas, associações e organizações sindicais de empregados e empregadores;
  • Titulares de serviço notariais e registrais (cartórios);
  • Condomínios;
  • Pessoas Físicas;
  • Instituições administradoras de fundos ou clubes de investimentos;
  • Órgãos gestores de mão – de – obra do trabalho portuário.

Contribuição Sindical Patronal 

A contribuição sindical patronal é devida pelas empresas em geral, pelos empregadores rurais e pelos autônomos e profissionais liberais organizados em firmas ou até empresas. O percentual deverá ser pago para a federação equivalente a cada categoria profissional. A contribuição sindical será recolhida, de uma só vez, anualmente, e será calculada proporcionalmente ao capital social da firma ou empresa, registrado nas respectivas juntas comerciais ou órgãos equivalentes.

Referencial Bibliográfico

SILVA, Marilene Luzia da. Administração de Departamento Pessoal 8 ed. – Érica

CAIEIRO, Rubens. Manual de Departamento Pessoal – 4 ed. – STS