O que é Coprofagia e como tratar

CoprofagiaAlguns proprietários ficam horrorizados ao descobrirem que seus animais comem as próprias fezes ou a de outros animais. Realmente, para nós humanos esse não é lá um hábito muito bom de se apreciar, mas no reino animal não há qualquer preconceito. Fezes, para os cães, representam apenas alimento processado e se elas tiverem odor interessante e atrativo, não há por que rejeitar.

Claro que não é todo cão que come fezes, a maioria deles nunca apresentará esse tipo de comportamento, mas é importante entender o por quê de muitos animais agirem assim.

As fezes de outras espécies podem parecer extremamente apetitosas para os cães. Um exemplo disso são os cães saudáveis que adoram ingerir as fezes de gatos. É fácil entender a causa. Os felinos têm uma necessidade de proteína muito maior do que os cães. Por isso, as rações para gatos possuem altos teores proteicos. As fezes dos gatos, portanto, exalam odor de proteína que é altamente atrativa para os cachorros. Cocô de gato, pode ser uma ‘iguaria’ para muitos cães… E pode fazer mal para eles? Normalmente não, porém os cães podem adquirir vermes se o gato estiver infestado ou com toxoplasmose.

Da mesma forma, quando o cão não consegue digerir bem aquilo que come ou sua dieta possui teores muito altos de proteína, além do necessário ou de sua capacidade de digestão, as fezes apresentarão odor proteico. E isso será um grande estímulo para o cão comê-las. É necessário distinguir se faltam enzimas digestivas ou se a dieta está exagerada em proteínas. Uma forma de descobrir a causa é mudar a ração do animal para outra com menores teores proteicos. Claro que essa mudança só poderá ser prescrita pelo veterinário que atende o cão. Outra alternativa é adicionar enzimas que ajudem na digestão, presentes, por exemplo, no mamão.

Em animais mais jovens, a coprofagia pode estar ligada a problemas comportamentais. Um exemplo disso são os cães duramente repreendidos quando fazem suas necessidades fora do lugar. Para não apanhar, eles ingerem as fezes para esconder a prova do crime. Isso não quer dizer que você não deva repreender seu cãozinho quando ele fizer cocô no lugar errado, mas não exagere na bronca. Há filhotes que comem fezes por simples imitação, quando convivem com outros cãezinhos que têm esse hábito.

Quando a causa da coprofagia é comportamental, existem produtos que podem ser administrados ao animal que fazem com que as fezes se tornem repugnantes para ele. Há aqueles que adicionam pimenta ou outros condimentos às fezes do cão, para que ele seja desestimulado a comê-las. Esse último recurso tem pouca valia, a meu ver.

Antes de tentar instituir qualquer terapia, consulte o veterinário para tentar, junto com ele, determinar a causa exata e instituir o tratamento mais adequado.

Artigo de: Silvia C. Parisi

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Alergia em cães: sintomas e tratamento para cachorro com alergia

Alergias em Cães

Quem tem um cão e preza pela saúde dele gosta de vê-lo feliz, ativo e saudável. Contudo, muitos donos costumam ficar preocupados quando seu cãozinho começa a dar sinais físicos de que algo não está bem, como uma coceira contínua, queda de pelos, problemas de pele visíveis mesmo sob a pelagem, perda de apetite e comportamentos que denotam desconforto, como lamber e morder diversas partes do corpo. Esta sintomatologia visível pode significar que você tem um cachorro alérgico.

Alergias em Cães

Alergias em Cães

alergia canina  é causada por diversos fatores externos que podem causar hipersensibilidade do sistema imunológico de seu cão. Esses fatores são chamados clinicamente de alérgenos e estão presentes no dia a dia, como poeira, pólen, ácaros, bolores, produtos químicos diversos e até a alimentação.

Causas da alergia canina

Os diversos fatores abaixo mencionados podem causar alergia crônica, que pode ser tratada mas nunca curada, porque não há como eliminar completamente os alérgenos da vida canina.

  • Intolerância alimentar: o cão possui alergia a algum tipo de alimento, principalmente os de origem animal. Mesmo as melhores rações podem causar reações alérgicas se algum componente ativar os anticorpos que produzem as histaminas (substâncias que ativam as alergias). Mas atenção: não confunda alergia com intoxicação alimentar. A alergia demanda acúmulo de substâncias que causam a reação, e isso leva tempo, enquanto a intoxicação acontece quando se consome algum alimento que libere toxinas (ou popularmente, “comida estragada”).
  • Alergias a parasitas, micoses ou bactérias: as mais comuns entre os cães. Geralmente causadas pela picada de pulgas, sarnas e por infecção bacteriana, produzem problemas na pele e na pelagem e levam à coceira incontrolável.
  • Alergias a micro-organismos transmissíveis pelo ar: ácaros, pólen, bolores e poeira são os principais vetores de espirros e dermatites (problemas de pele).

Sintomas mais comuns e locais de contágio

Preste atenção ao comportamento de seu cachorro com alergia nos ambientes que ele costuma ficar. Atente para espirros constantes, coceira que não para, marcas avermelhadas na pele, ausência de pelos no corpo e lambedura excessiva nas patas, articulações e no tronco.

Observe também onde ele sente estas prováveis reações alérgicas. Veja se há flores, plantas, tapetes, produtos de limpeza, grama, terra, areia, insetos e demais fatores que possam causar alergia.

Diagnóstico e tratamento da alergia em cães

Qualquer diagnóstico tem que ser feito por um veterinário de confiança, que se baseará na rotina que seu cão leva. Os passos básicos são os seguintes:

  1. O veterinário pedirá um exame de sangue que determinará a sensibilidade a diversos alérgenos, desde os que o dono do cachorro indicará na anamnese até os mais improváveis porém presentes no Brasil.
  2. Para determinar se a causa da alergia é alimentar, faz-se uma batelada de testes com alimentos que o cão consome rotineiramente e com comida que ele nunca provou – é a chamada dieta da exclusão.

Após o período de avaliação clínica são prescritos os tratamentos, que incluem medicação e prevenção contra as causas da alergia canina. Há o tratamento medicamentoso, como os produtos anti-histamínicos, pomadas e cremes que podem conter baixa taxa de corticoides. A eliminação total ou parcial dos prováveis focos de alergia faz parte do tratamento, como não permitir que ele entre em contato com flores, gramados e terra, higienizar a casinha e o local onde o cãozinho dorme, lavar com água quente panos que entrem em contato com a pele e pelos, entre outros cuidados.

Em casos específicos, pode-se usar a imunoterapia, que são injeções controladas de alérgenos com o intuito de reforçar a imunização. No caso de intolerância alimentar, a primeira providência é a eliminação dos alimentos que causam o desconforto e a possível introdução de ração hipoalergênica na dieta. O uso de vitaminas, Omega 3 e Omega 6 (ácidos graxos, ou gorduras, usados para o alívio da coceira) e banhos com água mineral são complementos que podem ser prescritos pelo veterinário.

Fonte: dogdogs

Óleo de Neem: melhor forma de combater pulga, carrapato e piolho

Óleo de Neem: melhor forma de combater pulga, carrapato e piolhoO uso de produtos químicos voltados para o tratamento de parasitas em animais de estimação tem sido crescente, o que sem orientação pode acabar prejudicando a saúde do animal  e também do próprio proprietário. Mas também não dá pra deixar o cãozinho ser “comido” pelos parasitas e não fazer nada, não é mesmo?

Caso a situação esteja muito crítica é bom procurar um veterinário, mas caso não possa por questões financeiras, hoje em dia já existem muitos meios de tratar infestações de pulgas e carrapatos, e uma dessas opções que podem beneficiar o seu animal é o Neem, uma árvore conhecida há muitos anos cujo seu principal componente é a azadiractina.

Como o óleo de Neem ajuda no combate às pragas?

Este composto atua provocando distúrbios fisiológicos no parasita, prejudicando seus processos reprodutivos e de desenvolvimento além de agir também como repelente. Sendo assim o Oléo de Neem não causa a morte imediata das pulgas, começa a agir horas depois da aplicação e segue agindo gradativamente a fim de sanar os problemas a médio/longo prazo.

Além do óleo, outros produtos são extraídos desta planta, como diversos extratos, também com a função de agir contra os insetos, porém o mais comum no Brasil é o óleo emulsionável que é extraído das sementes. Este óleo de Neem pode ser usado no combate a parasitas como pulgas e carrapatos e até mesmo na pecuária, no controle de pragas, como bernes.

O óleo de Neem tem baixo grau de toxicidade e ampla área de atuação o que favorece as pesquisas em cima do mesmo, facilitando assim a vida de quem necessita desse tipo de produto, como os donos de cães.

Como aplicar no seu cão

A azadiractina deve ser aplicada na pelagem do cachorro uma vez por semana, pois ela tem efeito residual e vai durar este periodo todo sem necessidade de aplicações diárias. Deve também ser aplicada no fim da tarde pois em exposição ao sol a sua atuação pode diminuir 60%.

Cuidados iniciais do tratamento

É importante também que no início do tratamento o cachorro tome banho uma vez por semana e que após o banho o produto seja reaplicado, o ambiente também deve ser pulverizado, pelo menos duas vezes por semana, pois 5% dos parasitas habitam o hospedeiro, mas a maior parte deles fica no ambiente.

Dicas importantes

Para que não haja novas infestações e/ou alguma reação prejudicial à famíliado cão, deve-se cuidar também do lugar onde este cão habita. Não se pode deixar de cuidar de possíveis infestações parasitárias no seu animal, pois ele sofre muito com as consequências disso, além de poder afetas diretamente a sua familia.

Consulte o veterinário para maiores informações!

Fonte: dogdogs

Como combater e acabar com pulgas e carrapatos

Como combater e acabar com pulgas e carrapatosAs pulgas e os carrapatos além de estressarem o cão devido à coceira intensa e reação alérgica, são dois dos principais protagonistas para a transmissão de doenças secundárias para o seu animal. As pulgas podem transmitir vermes e anemia. Já os carrapatos podem transmitir doenças como a Babesiose e a Erlichiose, além de anemia.

Para que seu cachorro fique livre destas pragas e também de doenças relacionadas, é importante aplicar produtos de longa duração, dar banhos com produtos anti-pulgas e carrapaticidas com frequência, usar talcos e/ou coleiras próprias para o combate.

Também é de grande importância fazer uma dedetização do ambiente onde o animal vive, incluindo toda a área aberta e fechada com produtos veterinários próprios para esta função. Caso a solução não esteja sendo eficaz, recomenda-se efetuar uma dedetização profissional. Mas lembre-se de nunca deixar o seu cão por perto por um intervalo médio de 48 horas. O risco dele se intoxicar é muito grande. O mesmo cuidado tem que ser tomado durante os banhos e o uso de talcos, não deixando o animal lamber o produto durante a aplicação.

Fonte: dogdogs

Sarna sarcóptica em cães – Como tratar

Os ácaros da sarna sarcóptica

Os ácaros da sarna sarcóptica

A sarna sarcóptica é uma doença parasitária, contagiosa causada pelo ácaro Sarcoptes scabiei. Pode atingir qualquer cão independente de idade ou raça, que venham a ter contato com animais e ambientes infectados.

Além de atingir cachorros ela pode ser transmitida para o homem, gerando intensa coceira, principalmente nas dobras de pele. Nos animais ela também causa coceira além de crostas espessas, infecções secundárias e queda de pelos.

O tratamento é feito sob orientação do veterinário com banhos anti-sépticos e/ou medicamento acaricida, via injeção, oral ou tópico.

Galeria de Fotos – Animais que possuem a sarna sarcóptica

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Fonte: dogdogs

Sarna Demodécica: dúvidas, curiosidades e tratamento

Sarna Demodécica

Sarna Demodécica

A sarna dermodécica ou sarna negra é uma doença causada por um ácaro. Existem animais que tem predisposição para a doença, sendo assim considerada uma doença hereditária. Mas pode também ser consequência de estresse por mudança de ambiente ou de alimentação, ou mesmo no caso de fêmeas no cio ou próximas do parto, causada por consequência de drogas imunodepressoras.

Manifestando-se comumente em raças como, Buldogue Inglês, Yorshire, Doberman, Pinscher entre outras, a sarna negra pode ser local ou generalizada. Os sinais estão entre: perda de pelo, avermelhamento e escurecimento da pele e descamação.

Esse tipo de sarna não causa coceira nem é contagiosa, o seu diagnóstico e tratamento deve ser feito por especialista que poderá ser feito através de shampoos, injeções ou mesmo comprimidos.

Fonte: dogdogs

Sarna otodécica em cães – Como tratar

Sarna otodécica

Sarna otodécica

É um tipo de sarna que atinge cães e gatos, provocada pelo ácaro Otodectes cynotis que pode provocar lesões e até mesmo otites. Os sinais de sarna são odor desagradável nas orelhas, excesso de cera nos ouvidos e coceiras extremas na orelha, que provocam lesões. Lesões estas que podem se estender pela cabeça e pescoço provocando dermatite.

A sarna otodécica é altamente contagiosa, sendo assim, se houver contato docão doente ou do ambiente infectado com outros animais, todos devem ser tratados. O tratamento é feito através de medicamentos parasiticidas diariamente, pelo tempo estipulado pelo veterinário, mas não se deve descuidar do ambiente que o animal vive, que também deve ser desinfectado.

Fonte: dogdogs