Buldogue Francês – Características e Comportamentos

O Buldogue Francês é uma raça que encanta a todos, principalmente os fãs desses cãezinhos de nariz achatado.
 
País de origem: França
Ano: por volta de 1800
Função original: cão de colo
Função atual: cão de companhia
Pelagem: lisa, curta, macia e brilhante
Peso médio: 8kg a 14kg
Tamanho: aproximadamente 35cm
Expectativa de vida: 12 a 14 anos

História e Origem

Buldogue Francês

Buldogue Francês

O Buldogue Francês, também conhecido como Frenchie, é uma raça que deve sua existência a pelo menos três países: Inglaterra, França e EUA. A Inglaterra ajudou com a base da raça, que foi o antigo Buldogue. Criadores franceses transformaram esses pequenos Bulldogs em um tipo francês distinto, e criadores Americanos foram os primeiros a exigir as tão conhecidas orelhas de morcego.
 
Hoje, os Buldogues Franceses são excelentes cães de companhia, e um dos cães mais especiais que existe. Sua carinha engraçada e seu temperamento divertem as pessoas enormemente, então é difícil passear com um Frenchie sem chamar atenção.

Cores da pelagem

Buldogue Francês

Buldogue Francês

A classificação das cores de Buldogues Franceses é objeto de estudo e de muitos debates de vários criadores no Brasil e no mundo. Infelizmente, o Padrão da Raça não é muito específico ao tratar de cores de pelagens e pode abrir margens às interpretações pessoais dos criadores.

De modo simples, as cores de pelagem de um Bulldog Francês podem ser simplesmente descritas como fulvo, com uma variedade de marcações e tons possíveis. O fulvo pode variar de tom desde o vermelho vivo e intenso ao café-com-leite e o dourado claro quase creme. As outras diferenças são devidas a variações de marcações, que variam desde o tigrado (listras negras em grau variável de repetição e grossura, que preenchem o fundo fulvo), até o pied (várias marcações tigradas com fulvo em um fundo branco) e o fulvo com máscara negra (fulvo, em suas tonalidades diferentes, com uma máscara negra clássica em sua face e, às vezes em algumas linhagens, em seu dorso também). São infinitas variações de tipos de marcação, de padrão, tamanho e localização nesses parâmetros.

Algumas cores como o azul, o cinza, o preto com marrom, o marrom e o fígado, não são reconhecidas pelo Padrão da Raça e são motivos de desclassificação em exposições de estrutura e beleza. Pequenas pintas escuras em cães pied são chamadas de ticking e não são almejadas. Não há uma tradução adequada para a palavra “pied” em português. Os exemplares completamente brancos sem marcações são classificados dentro dos “pieds” para fins de exposições caninas; mas seus cílios e contorno dos olhos devem ser pretos assim como os dos outros Buldogues Franceses.

Temperamento

Buldogue Francês

Buldogue Francês

O temperamento do Buldogue Francês também confere um tom especial à raça, são cães normalmente alegres, calmos, companheiros, brincalhões e muito inteligentes. Como todas as raças de companhia, eles necessitam, acima de tudo, de contato constante com humanos. Suas necessidades de exercícios são mínimas e variam de cão para cão. Sua natureza calma os torna grandes escolhas para aqueles que vivem em apartamento, assim como sua falta de interesse em latir.
 
Sendo uma raça de cara achatada, é essencial que seus futuros donos entendam que Buldogues Franceses não devem viver fora de casa. Seu sistema de respiração comprometivo não os permitem regular suas temperaturas eficientemente. Além do mais, os Bulldogs Franceses são bem pesados e podem ter dificuldade em nadar. Sempre cuidado quando exercitar seu Buldogue Francês no calor.
 
O nível de energia de um Buldogue Francês pode variar de hiperativo e energético até a relaxado e calmo. Mas geralmente é comum que o filhote seja mais ativo até os 12 ou 18 meses, quando ele se torna efetivamente um adulto e começa a acalmar.
 
O Buldogue Francês é uma raça essencialmente com sangue bull e sangue terrier. Portanto, não é nenhuma surpresa que os problemas podem surgir quando dois cães dessa raça se juntam, principalmente quando são do mesmo sexo. Donos que estão considerando adicionar um segundo cão à sua família são geralmente advertidos e aconselhados a escolherem cães de sexo oposto. A castração pode fazer muito a fim de ajudar a diminuir essas tendências antes mesmo delas começarem.

Com a família

Buldogue Francês

Buldogue Francês

Ele até escolhe um dono preferido, mas é festeiro com todos da casa. Adora colo, carinho e demonstrações de afeto em geral. Embora não seja particularmente absorvente, não perde uma oportunidade de se aproximar para ganhar um cafuné. Recebe as pessoas com alegria e, se não for desestimulado desde cedo, com muitas lambidas de amor. Também é de seguir os donos pela casa, oferecendo companhia em tempo integral.

Com pessoas estranhas

Salvo Buldogues que crescem enclausurados e afastados do convívio social, o que não é nada indicado, os cães da raça são simpatia pura com todo mundo. Podem dar três ou quatro latidos para avisar que as visitas chegaram, mas nada que represente hostilidade. Pelo contrário. Já recepcionam os visitantes abanando a cauda, que, aliás, de tão curta, ocasiona um típico rebolado geral na região posterior. Também pede carinho aos convidados e, volta e meia, os chama para brincar, levando seus brinquedos até eles.
 
Se ele crescer longe do convívio com a garotada, pode se assustar quando for apresentando à típica energia ruidosa dos baixinhos humanos. Sua tendência, contudo, é manifestar seu receio procurando um recanto escondido e não se mostrando agressivo. Já exemplares acostumados com crianças tendem a ser tolerantes com elas e receptivos às suas brincadeiras. Vale lembrar que o Buldogue Francês, por ser pequeno, pode sair machucado se a folia passar dos limites. Por isso, supervisione a relação caso os pimpolhos sejam muito pequenos ou estejam muito agitados.

Com outros cães e animais

Nem sempre o convívio entre exemplares machos – seja dois Buldogues ou um Buldogue e um cão de outra raça – funciona. Há vários relatos de conflito. Por outro lado, há também diversos casos de amizade harmoniosa. O sucesso ou fracasso dessa relação parece regido pelo espírito de liderança dos cães envolvidos: é importante que haja no máximo um líder na história. Já entre fêmeas, embora haja exceções, o convívio tende a ser pacífico. E com outros animais, desde que o Buldogue tenha crescido com eles, o dia-a-dia é promessa de paz e união. De forma geral, no entanto, os exemplares da raça tendem a aceitar os bichos com os quais convivem e não os desconhecidos. Por isso, se a idéia é introduzir um novo colega do reino animal no território de um Buldogue adulto, recomenda-se um período de adaptação devidamente supervisionado.

O Buldogue Francês late muito?

Discreto por natureza, o Buldogue Francês late pouco e, quando o faz, é em tom rouco e baixo. Só se manifesta com latidos quando chegam visitas ou diante de acontecimentos que fujam da rotina. Mesmo assim, histeria não é com ele. Dá o seu aviso e logo se aquieta novamente. A vizinhança agradece.

Destrutividade

Na infância, especialmente na fase de troca dos dentes, ele até apronta suas travessuras. Mesmo assim, nada de excepcional nem que não seja facilmente contornado com a devida orientação da família e com oferecimento de brinquedos apropriados. Quanto aos adultos, o mais comum é que não desapontem a família. Os raros casos de exemplares destruidores estão associados a donos significativamente ausentes e a ambientes desestimulantes, sem brinquedos nem qualquer tipo de atração para os cães.

Obediência

Ele não é dos mais obedientes. Mas, graças à natureza bem-comportada e pouco destruidora, as teimosias da raça não costumam se transformar em problemas de convívio. No conhecido ranking de obediência canina publicado no livro A Inteligência dos Cães, do psicólogo Stanley Coren, o Buldogue Francês obteve a 58a colocação entre as 79 estabelecidas. A avaliação do resultado detalha: os exemplares da raça tendem a repetir um mesmo exercício de adestramento por mais de 25 vezes até que demonstrem compreendê-lo. E geralmente só o assimilam totalmente após expostos a ele de 40 a 80 vezes. No dia-a-dia, contudo, quando a questão principal é seguir as normas domésticas e respeitar as vontades dos donos, o estilo desobediente exige apenas uma dose extra de paciência dos familiares para repetir duas ou três vezes alguns dos chamados e das ordens que o Buldogue insistir em ignorar.

O Buldogue Francês é muito agitado?

O Buldogue Francês é medianamente ativo. Gosta de brincar com pessoas, com outros cães e até sozinho. Também nunca dispensa convites para atividades mais enérgicas. O focinho achatado, no entanto, que interfere na respiração, impede que tenha grande resistência. Os donos, por sua vez, devem evitar que ele extravase sua energia. Há relatos de exemplares que, por terem se agitado demais, acabaram com graves complicações cardiorespiratórias. O lado sossegado da raça também se manifesta com freqüência. O Buldogue é daqueles que ficam horas assistindo à TV ao lado da família.

Inteligência

Ele se destaca quando o assunto é associar causa e efeito dos acontecimentos. É do tipo que sabe quando os donos estão de saída só por vê-los se arrumando e que reconhece a hora do passeio porque alguém pegou a coleira. Também resolvem alguns probleminhas por conta própria. Como são calorentos, não é raro que, em dias quentes, virem a vasilha de água para deitar sobre o chão molhado ou mesmo que entrem nela para uma refrescada mais caprichada. Justamente por isso, os criadores experientes recomendam cautela. Há casos de exemplares que optaram por mergulhar nas piscinas da casa. Acabaram afogados por não conseguir sair delas.O Buldogue é o 58º no ranking de inteligência.

FONTE: Tudo sobre Cachorros

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A evolução da raça canina

Os cães são descentes próximos dos lobos, animais que costumavam ser anti-sociais e não gostar da presença humana, porém com o tempo, alguns desses animais foram evoluindo e crescendo em meio ao convívio humano. Nesse período de evolução ocorreu a divisão dos lobos em duas classes distintas, a dos lobos selvagens e a dos que aceitavam a presença humana.

Genealogia dos cães e sua evolução

Com o passar das épocas estas duas classes foram se distinguindo cada vez mais, os lobos desenvolveram-se pra caça, uma vez que não eram alimentados por nós seres humanos, já os “lobos amigáveis” foram ficando cada vez mais próximos de nós. E 15 mil anos depois desse início de amizade, ganharam o nome de Canis familiaris, separando-se totalmente, ou quase, da espécie que descendia. Alguns hábitos foram mantidos, porém alguns cães foram deixando de lado a caça como meio de sobrevivência e também deixando de se juntar em matilhas e passando a viver com a família do seu dono.

Evolução dos Cães

As características que permaneceram, como habilidade de caça e de proteger o ambiente em que vive, por exemplo, foram sendo utilizadas pelo homem através do tempo como forma de auxiliar a vida humana, facilitando trabalhos que antes eram mais difíceis de executar.

Cães Pastoreiros

Por volta de 9.000 a.C. os cães começaram a serem utilizados em pastoreio de gado e ovelhas, onde eram ensinados a guiá-los e protegê-los até mesmo dos lobos selvagens. Gerando assim uma “sensação” com os animais que passaram a ser altamente cobiçados. Estes animais basicamente eram empregados e trabalhavam pra comer, que era como um pagamento pelos serviços prestados.

Cachorros domesticados

Com a revolução industrial algumas coisas mudaram, muitos cães foram ficando “desempregados” devido à migração em massa das pessoas do campo, para a cidade e assim muitos acabaram morrendo, resultando assim em uma peneiragem dos animais, que só passavam a ser criados nas cidades se fossem suficientemente de raça dócil.

Divisão de raças

Deixando de ser usados como cães de caça, alguns cães passaram a ser usados em rinhas ou exibidos em dog shows que tiverem início na década de 1830, onde os prêmios eram divididos por raças, o que acabou por gerar estimulo para criação de novas raças que resultou nessa variedade de animais que existentes e que surgem a cada ano.

Com toda certeza essa corrida por novas raças veio pra ficar, de maneira que futuramente os cães podem ser ainda mais diferentes do que foram um dia ou do que são hoje, pois as raças estão em contínua mutação, seja ela com a ajuda do homem, ou não.

Fonte: Dogdogs

Alergia em cães: sintomas e tratamento para cachorro com alergia

Alergias em Cães

Quem tem um cão e preza pela saúde dele gosta de vê-lo feliz, ativo e saudável. Contudo, muitos donos costumam ficar preocupados quando seu cãozinho começa a dar sinais físicos de que algo não está bem, como uma coceira contínua, queda de pelos, problemas de pele visíveis mesmo sob a pelagem, perda de apetite e comportamentos que denotam desconforto, como lamber e morder diversas partes do corpo. Esta sintomatologia visível pode significar que você tem um cachorro alérgico.

Alergias em Cães

Alergias em Cães

alergia canina  é causada por diversos fatores externos que podem causar hipersensibilidade do sistema imunológico de seu cão. Esses fatores são chamados clinicamente de alérgenos e estão presentes no dia a dia, como poeira, pólen, ácaros, bolores, produtos químicos diversos e até a alimentação.

Causas da alergia canina

Os diversos fatores abaixo mencionados podem causar alergia crônica, que pode ser tratada mas nunca curada, porque não há como eliminar completamente os alérgenos da vida canina.

  • Intolerância alimentar: o cão possui alergia a algum tipo de alimento, principalmente os de origem animal. Mesmo as melhores rações podem causar reações alérgicas se algum componente ativar os anticorpos que produzem as histaminas (substâncias que ativam as alergias). Mas atenção: não confunda alergia com intoxicação alimentar. A alergia demanda acúmulo de substâncias que causam a reação, e isso leva tempo, enquanto a intoxicação acontece quando se consome algum alimento que libere toxinas (ou popularmente, “comida estragada”).
  • Alergias a parasitas, micoses ou bactérias: as mais comuns entre os cães. Geralmente causadas pela picada de pulgas, sarnas e por infecção bacteriana, produzem problemas na pele e na pelagem e levam à coceira incontrolável.
  • Alergias a micro-organismos transmissíveis pelo ar: ácaros, pólen, bolores e poeira são os principais vetores de espirros e dermatites (problemas de pele).

Sintomas mais comuns e locais de contágio

Preste atenção ao comportamento de seu cachorro com alergia nos ambientes que ele costuma ficar. Atente para espirros constantes, coceira que não para, marcas avermelhadas na pele, ausência de pelos no corpo e lambedura excessiva nas patas, articulações e no tronco.

Observe também onde ele sente estas prováveis reações alérgicas. Veja se há flores, plantas, tapetes, produtos de limpeza, grama, terra, areia, insetos e demais fatores que possam causar alergia.

Diagnóstico e tratamento da alergia em cães

Qualquer diagnóstico tem que ser feito por um veterinário de confiança, que se baseará na rotina que seu cão leva. Os passos básicos são os seguintes:

  1. O veterinário pedirá um exame de sangue que determinará a sensibilidade a diversos alérgenos, desde os que o dono do cachorro indicará na anamnese até os mais improváveis porém presentes no Brasil.
  2. Para determinar se a causa da alergia é alimentar, faz-se uma batelada de testes com alimentos que o cão consome rotineiramente e com comida que ele nunca provou – é a chamada dieta da exclusão.

Após o período de avaliação clínica são prescritos os tratamentos, que incluem medicação e prevenção contra as causas da alergia canina. Há o tratamento medicamentoso, como os produtos anti-histamínicos, pomadas e cremes que podem conter baixa taxa de corticoides. A eliminação total ou parcial dos prováveis focos de alergia faz parte do tratamento, como não permitir que ele entre em contato com flores, gramados e terra, higienizar a casinha e o local onde o cãozinho dorme, lavar com água quente panos que entrem em contato com a pele e pelos, entre outros cuidados.

Em casos específicos, pode-se usar a imunoterapia, que são injeções controladas de alérgenos com o intuito de reforçar a imunização. No caso de intolerância alimentar, a primeira providência é a eliminação dos alimentos que causam o desconforto e a possível introdução de ração hipoalergênica na dieta. O uso de vitaminas, Omega 3 e Omega 6 (ácidos graxos, ou gorduras, usados para o alívio da coceira) e banhos com água mineral são complementos que podem ser prescritos pelo veterinário.

Fonte: dogdogs

Óleo de Neem: melhor forma de combater pulga, carrapato e piolho

Óleo de Neem: melhor forma de combater pulga, carrapato e piolhoO uso de produtos químicos voltados para o tratamento de parasitas em animais de estimação tem sido crescente, o que sem orientação pode acabar prejudicando a saúde do animal  e também do próprio proprietário. Mas também não dá pra deixar o cãozinho ser “comido” pelos parasitas e não fazer nada, não é mesmo?

Caso a situação esteja muito crítica é bom procurar um veterinário, mas caso não possa por questões financeiras, hoje em dia já existem muitos meios de tratar infestações de pulgas e carrapatos, e uma dessas opções que podem beneficiar o seu animal é o Neem, uma árvore conhecida há muitos anos cujo seu principal componente é a azadiractina.

Como o óleo de Neem ajuda no combate às pragas?

Este composto atua provocando distúrbios fisiológicos no parasita, prejudicando seus processos reprodutivos e de desenvolvimento além de agir também como repelente. Sendo assim o Oléo de Neem não causa a morte imediata das pulgas, começa a agir horas depois da aplicação e segue agindo gradativamente a fim de sanar os problemas a médio/longo prazo.

Além do óleo, outros produtos são extraídos desta planta, como diversos extratos, também com a função de agir contra os insetos, porém o mais comum no Brasil é o óleo emulsionável que é extraído das sementes. Este óleo de Neem pode ser usado no combate a parasitas como pulgas e carrapatos e até mesmo na pecuária, no controle de pragas, como bernes.

O óleo de Neem tem baixo grau de toxicidade e ampla área de atuação o que favorece as pesquisas em cima do mesmo, facilitando assim a vida de quem necessita desse tipo de produto, como os donos de cães.

Como aplicar no seu cão

A azadiractina deve ser aplicada na pelagem do cachorro uma vez por semana, pois ela tem efeito residual e vai durar este periodo todo sem necessidade de aplicações diárias. Deve também ser aplicada no fim da tarde pois em exposição ao sol a sua atuação pode diminuir 60%.

Cuidados iniciais do tratamento

É importante também que no início do tratamento o cachorro tome banho uma vez por semana e que após o banho o produto seja reaplicado, o ambiente também deve ser pulverizado, pelo menos duas vezes por semana, pois 5% dos parasitas habitam o hospedeiro, mas a maior parte deles fica no ambiente.

Dicas importantes

Para que não haja novas infestações e/ou alguma reação prejudicial à famíliado cão, deve-se cuidar também do lugar onde este cão habita. Não se pode deixar de cuidar de possíveis infestações parasitárias no seu animal, pois ele sofre muito com as consequências disso, além de poder afetas diretamente a sua familia.

Consulte o veterinário para maiores informações!

Fonte: dogdogs

Como combater e acabar com pulgas e carrapatos

Como combater e acabar com pulgas e carrapatosAs pulgas e os carrapatos além de estressarem o cão devido à coceira intensa e reação alérgica, são dois dos principais protagonistas para a transmissão de doenças secundárias para o seu animal. As pulgas podem transmitir vermes e anemia. Já os carrapatos podem transmitir doenças como a Babesiose e a Erlichiose, além de anemia.

Para que seu cachorro fique livre destas pragas e também de doenças relacionadas, é importante aplicar produtos de longa duração, dar banhos com produtos anti-pulgas e carrapaticidas com frequência, usar talcos e/ou coleiras próprias para o combate.

Também é de grande importância fazer uma dedetização do ambiente onde o animal vive, incluindo toda a área aberta e fechada com produtos veterinários próprios para esta função. Caso a solução não esteja sendo eficaz, recomenda-se efetuar uma dedetização profissional. Mas lembre-se de nunca deixar o seu cão por perto por um intervalo médio de 48 horas. O risco dele se intoxicar é muito grande. O mesmo cuidado tem que ser tomado durante os banhos e o uso de talcos, não deixando o animal lamber o produto durante a aplicação.

Fonte: dogdogs

Sarna sarcóptica em cães – Como tratar

Os ácaros da sarna sarcóptica

Os ácaros da sarna sarcóptica

A sarna sarcóptica é uma doença parasitária, contagiosa causada pelo ácaro Sarcoptes scabiei. Pode atingir qualquer cão independente de idade ou raça, que venham a ter contato com animais e ambientes infectados.

Além de atingir cachorros ela pode ser transmitida para o homem, gerando intensa coceira, principalmente nas dobras de pele. Nos animais ela também causa coceira além de crostas espessas, infecções secundárias e queda de pelos.

O tratamento é feito sob orientação do veterinário com banhos anti-sépticos e/ou medicamento acaricida, via injeção, oral ou tópico.

Galeria de Fotos – Animais que possuem a sarna sarcóptica

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Fonte: dogdogs

Sarna Demodécica: dúvidas, curiosidades e tratamento

Sarna Demodécica

Sarna Demodécica

A sarna dermodécica ou sarna negra é uma doença causada por um ácaro. Existem animais que tem predisposição para a doença, sendo assim considerada uma doença hereditária. Mas pode também ser consequência de estresse por mudança de ambiente ou de alimentação, ou mesmo no caso de fêmeas no cio ou próximas do parto, causada por consequência de drogas imunodepressoras.

Manifestando-se comumente em raças como, Buldogue Inglês, Yorshire, Doberman, Pinscher entre outras, a sarna negra pode ser local ou generalizada. Os sinais estão entre: perda de pelo, avermelhamento e escurecimento da pele e descamação.

Esse tipo de sarna não causa coceira nem é contagiosa, o seu diagnóstico e tratamento deve ser feito por especialista que poderá ser feito através de shampoos, injeções ou mesmo comprimidos.

Fonte: dogdogs