Seis Frases que você nunca deve dizer ao colega de trabalho

coisas-deve-dizer-trabalho-noticiasSe você costuma falar o que bem entende a quem quer que seja, inclusive no ambiente corporativo, talvez seja o momento de parar um pouco para pensar no efeito que algumas frases podem ter sobre a sua imagem no trabalho. Isso porque algumas frases feitas, daquelas que todo mundo fala aqui e ali, nem sempre são tão inofensivas quanto podem parecer. Veja alguns exemplos descritos pela consultora de imagem Renata Mello.

1 – “Bem-vindo ao inferno!”

A situação não é rara. Um funcionário antigo recebe um novo contrato com essa pérola. É o tipo de frase que não faz bem para ninguém, mesmo quando dita em tom de brincadeira. Quem está chegando certamente perde parte de seu entusiasmo com ela, além de ficar com aquela pulga atrás da orelha. “Por que ele disse isso?” Já quem fala com certeza corre riscos. Afinal, falar mal da empresa, seja no tom que for, prejudica a imagem de todo profissional. Sem contar que nunca se sabe quem mais estará ouvindo e compartilhando o que ouviu, não é?

2 – “Prepare-se porque nosso supervisor é um mala sem alça!”

Julgar o chefe em voz alta também é um risco e tanto para a sua carreira. Dizer isso para alguém que foi recém contratado como seu par, então, é um risco muito maior. E se o colega foi indicado pelo seu supervisor? E se eles se tornarem melhores amigos? Não tinha pensado nisso? Então, da próxima vez, pense muito bem antes de falar qualquer coisa.

3 – “As coisas aqui são assim mesmo, tudo é muito demorado!”

Tudo bem que essa seja de fato a sua opinião, mas o que não vale é ficar compartilhando o que você pensa com qualquer pessoa. Apenas criticar a empresa em que você trabalha só vai piorar o ambiente de trabalho e prejudicar sua carreira lá dentro.

4 – “Vou até o banheiro fazer um ‘pips’ e já volto.”

Ops… você tem certeza que alguém precisa saber disso? Provavelmente não, né? Então, o melhor a fazer é não abrir tanto a sua intimidade. Todo mundo vai agradecer, você vai ver.

5 – “Quanto você pagou?”

“Essa pergunta pode ser extremamente inconveniente se você estiver falando com alguém com quem não tem intimidade”, diz Renata. Lembre-se de que perguntas que envolvem dinheiro são especialmente complicadas de fazer – para qualquer pessoa, em qualquer situação.

6 – “Hoje eu não estou pra ninguém!”

Segundo a consultora, achar que você pode não estar para ninguém por si só já é um erro. Dizer isso ao colega, então, é um erro dobrado. Se você está na empresa, precisa estar disponível para ela e para quem precisar de você. Ou não?

Texto retirado de: vagas.com.br

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Departamento de Pessoal: Obrigações Trabalhistas

Qualquer empresa, independente do seu porte, possui obrigações a serem cumpridas. Tais obrigações se distribuem ao longo do ano, dividindo-se em mensais e anuais. Algumas obrigações surgem apenas em determinadas situações, como em caso de inspeções, férias e outras.

CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados)

Todas as empresas que admitirem, transferirem ou desligarem seus empregados estarão obrigadas a realizar tal comunicado ao Ministério do Trabalho e Emprego. Ele tem como finalidade informar ao governo dados estatísticos, para avaliação do número de empregados e desempregados no país. Essa comunicação é feita através do sistema padronizada ACI-CAGED, e o prazo de entrega é o dia 07 (sete) de cada mês.

Guia de Recolhimento do FGT e informações à previdência

Social – GFIP

A GFIP – Guia de Informações a Previdência Social – foi criada pela lei 9528/97, sendo ela obrigatória a todas as empresas de qualquer porte, atividade ou forma de tributação.

A Guia deverá ser entregue, por meios eletrônicos (disquete, internet, home banking), todo dia 7, à Caixa Econômica Federal.

Na GFIP, deverão constar informações como o nome de cada trabalhador, o valor do seu salário, as licenças, as férias e as condições a que ele está submetido, bem como os agentes nocivos, 13º salário, incluindo-se até sua antecipações. Os dados deverão ser informados na moeda da competência, separadamente da remuneração regular, em campo próprio da GFIP.

Mensalmente, a guia deve ser entregue por todos os empregadores, sejam pessoas físicas ou jurídicas, e atende a duas finalidades distintas: permitir o recolhimento do FGTS dos empregados celetistas, e trazer informações importantes para a Previdência Social.

As empresas, por desconhecimento, muitas vezes informam apenas os dados sobre os trabalhadores que têm carteira assinada, sem mencionar nada sobre a mão – de – obra terceirizada.

Como dito anteriormente, o documento tem duas finalidades distintas, sendo a primeira permitir o recolhimento do FGTS e, a segunda, informar todos os fatos geradores de contribuições à Previdência Social, inclusive as remunerações dos trabalhadores, os valores devidos ao INSS, as condições de trabalho, entre outras.

Diante das informações contidas na Guia, será possível automatizar os benefícios concedidos aos segurados, o que se traduz em melhoria na qualidade do atendimento.

RAIS – Relação Anual de Informações Socias

A gestão governamental do setor do trabalho conta com o importante instrumento de coleta de dados denominado de Relação Anual de Informações Sociais – RAIS. Instituída pelo Decreto nº 76.900, de 23/12/75, a RAIS é responsável por:

  • O suprimento as necessidades de controle da atividade trabalhista no país;
  • O provimento de dados para a elaboração de estatísticas do trabalho;
  • A disponibilização de informações do mercado de trabalho às entidades governamentais.

Os dados coletados pela RAIS constituem expressivos insumos para atendimento das necessidades:

  • Da legislação da nacionalização do trabalho;
  • De controle dos registros do FGTS;
  • Dos sistemas de arrecadação e de concessão e benefícios previdenciários;
  • De estudos técnicos de natureza estatística e atuarial;
  • De identificação do trabalhador com direito ao abano salarial PIS/PASEP.

DIRF (Imposto de Renda Retido na Fonte)

Devem apresentar a declaração do imposto de renda retido na fonte (DIRF) as seguintes pessoas físicas e jurídicas que pagaram ou creditaram rendimentos com retenção do imposto de renda na fonte, ainda que em um único mês do ano-calendário, por si ou como representantes de terceiros:

  • Pessoas jurídicas de direito público;
  • Filiais ou representações de pessoas jurídicas com sede no exterior;
  • Empresas Individuais;
  • Caixas, associações e organizações sindicais de empregados e empregadores;
  • Titulares de serviço notariais e registrais (cartórios);
  • Condomínios;
  • Pessoas Físicas;
  • Instituições administradoras de fundos ou clubes de investimentos;
  • Órgãos gestores de mão – de – obra do trabalho portuário.

Contribuição Sindical Patronal 

A contribuição sindical patronal é devida pelas empresas em geral, pelos empregadores rurais e pelos autônomos e profissionais liberais organizados em firmas ou até empresas. O percentual deverá ser pago para a federação equivalente a cada categoria profissional. A contribuição sindical será recolhida, de uma só vez, anualmente, e será calculada proporcionalmente ao capital social da firma ou empresa, registrado nas respectivas juntas comerciais ou órgãos equivalentes.

Referencial Bibliográfico

SILVA, Marilene Luzia da. Administração de Departamento Pessoal 8 ed. – Érica

CAIEIRO, Rubens. Manual de Departamento Pessoal – 4 ed. – STS

Marcação de Ponto

Cartão de Ponto Eletrônico

Cartão de Ponto Eletrônico

Para empresas com mais de dez empregados, será obrigatória a anotação da hora de entrada e de saída, inclusive para a refeição e descanso, em registro manual, mecânico ou eletrônico, ou conforme determine a legislação. Recomenda-se às empresas que mantenham algum tipo de controle de jornada, visto que o controle de ponto pode ser um instrumento de prova perante a justiça.

No cartão de ponto, devem constar os horários: Entrada, Saída e Intervalos para repouso.

Obs.: As microempresas e empresas de pequeno porte estão dispensadas de manter o controle de ponto, ainda que possuam trabalhadores em número superior a dez – Lei nº 9.841/99, artigo 11.

Jornada de Trabalho

Jornada de TrabalhoÉ o período de tempo em que o trabalhador deve prestar serviços ou permanecer à disposição do empregador. A CLT(Consolidação das Leis do Trabalho), no artigo. 58, diz que a duração normal para empregados em qualquer atividade privada não exceda 8 horas diárias, 44 horas semanais, desde que não haja outro limite com bases inferiores expressamente fixados.

Em uma semana de segunda a sábado, a carga horária será distribuída da seguinte maneira:

  • 44 horas semanais;
  • 8 horas diárias;
  • 2 horas suplementares diariamente;
  • 44 horas semanais implica dizer que o funcionário irá trabalhar 7h 33m por dia, se a empresa funcionar de segunda a sábado.

Entretanto, se a empresa funcionar apenas de segunda a sexta, o funcionário terá que trabalhar mais que 8 horas diárias. Nesse caso, se faz necessário um acordo de compensação de horas. Nesta hipótese, não se pode trabalhar extra.

Nas empresas onde o trabalho é realizado em turnos ininterruptos de revezamento, a jornada normal é de 6 horas, podendo ser realizadas horas suplementares não excedentes a 2 horas. Em casos de atividades insalubres, qualquer tipo de prorrogação só poderá existir com acordo e mediante prévia de autoridades competentes.

Caso haja interrupção do trabalho resultante de acidente de trabalho ou por motivo de força maior que impeça o andamento das atividades, a duração poderá ser acrescida de horas suplementares, respeitando o limite de 2 horas, no máximo, e dez horas diárias, e por um período não superior a 45 dias por ano, havendo a necessidade de autorização prévia.

Não se enquadram neste capítulo da CLT:

  • Empregados que exercem atividades externas incompatíveis com a fixação de horário de trabalho, sendo que tal condição deve ser anotada na carteira profissional;
  • Gerentes, diretores e chefes de departamentos.