O que de fato é o Composer?

logo-composer-transparentVamos entender um pouco o que realmente é o Composer e qual sua utilidade! Inclusive porque todos os frameworks atuais estão utilizando esse tal de Composer.

O Composer nada mais é que um instalador de dependências!

Mas espera, como assim dependências? Que raios são dependências?

Um framework é uma série de lib’s(Library ou bibliotecas de códigos) com ferramentas e camadas de abstrações no qual você pode se utilizar para aumentar a segurança, facilidade de manutenção, velocidade de desenvolvimento e homogenização do seu aplicativo.

Tá, mas e o que o Composer tem haver com isso?

Atualmente os frameworks web cresceram muito, então as suas lib’s acabam ficando pesadas e elas são atualizadas constantemente. Pensando nisso o Composer é uma ferramenta na qual você instala e atualiza lib’s de um determinado framework ou ferramenta.

Vamos agora trazer essa ideia de dependências para o Laravel 4.

Para iniciar um desenvolvimento você não precisa baixar o Laravel 4 inteiro, com todas as lib’s. Basta apenas baixar a estrutura de arquivos padrão e iniciar seu desenvolvimento, quando for necessário interpretar/compilar o código para ver o resultado então você baixa as lib’s do Laravel usando o Composer porque elas são necessárias para interpretação/compilação do código.

Para fazer isso tudo o Composer se utiliza de um arquivo ‘.json‘ no qual ele verifica quais lib’s devem ser instaladas ou atualizadas.

Podemos por exemplo ver o Composer.phar ou Composer.php na pasta raiz de muitos frameworks. Então para você instalar as lib’s deste framework sabendo que ele usa o Composer basta mandar o comando no terminal:

1
php Composer.php install

Para atualizar o próprio composer:

1
php Composer.php self-update

Caso existam atualizações no seu framework e você gostaria de atualiza-lo (Lembrando que você precisa ter instalado ele primeiro):

1
php Composer.php update

Mas e se uso Windows? Como vou fazer para interpretar/compilar esse arquivo do Composer? Bom meu amigo, você deve instalar o PHP no seu Windows e configura-lo para chamar a função de interpretação/compilação no prompt de comando do Windows!

Para quem usa Windows isso fica bem difícil mesmo, então indico instalarem uma VMWare (VMWare Player é FREE) com o Linux!

Fonte: Laravel Brasil

 

Anúncios

Conceitos Básicos de Programação de Computadores

Conceitos Básicos de Programação de Computadores

  • Entrada: essa entrada seria uma informação, dados entre outros.
  • Processamento: é um processamento de dados, ou seja, eu possuo uma entrada de dados ou informação que será processado gerando assim uma saída processada, realizada, tratada entre outros.
  • Saída: através da entrada e processamento é necessário a saída de resultado.
  • Programação de computadores: a programação nada mais é que definir ao computador que tipo de resultado eu quero que ele me gere, ou seja, o que ele irá fazer com a informação ou dado que está entrando, gerando assim a saída desejada.

Tipos de Erros:

  • Erros de sintaxe: os erros de sintaxe nada mais que palavras chaves, virgulas ou condições escritas erradas, afinal este deve estar de acordo com a linguagem de programação que está utilizando.
  • Erro de lógica: pode ser uma troca de posições, afinal você escreveu sua sequência errada e trocou uma posição de lugar, sendo assim sua saída sairá errada pois a lógica precisa de uma sequência de passos para gerar a saída desejada.

Linguagens de Programação:

É um método padronizado para comunicar instruções para um computador, sendo assim, é um conjunto de regras sintáticas e semânticas usadas para definir um programa de computador.

Tipos de Linguagem de um computador:

  • Linguagem Procedural: é chamada por este nome uma linguagem que você escreve linha a linha e ela vai ser executada sequencialmente podendo ter desvios, loops. Mas atenção sua estrutura será executada sequencialmente.

linguagem-procedural

  • Linguagem Orientada a Eventos: é quando você constrói um determinado código mas este código está separado por grupos que são chamados de eventos.

 linguagem-orientada-a-eventos

  • Linguagem Orientada a Objetos: A orientação a objetos é um paradigma de análise, projeto e programação de sistemas de software baseado na composição e interação entre diversas unidades de software chamadas de objeto.

Resumindo: é organizar o mundo real com uma coleção de objetos que incorporam a estrutura de dados e um conjunto de operações que manipulam estes dados. 

orientacao-a-objetos

Variáveis:

As variáveis são repositórios que alocam uma área de memória no computador onde você irá atribuir a ela valores, podendo alterar e excluir durante a execução do programa. Essa variáveis podem ser dos seguintes tipos: numéricas, string, data, booleanas entre outras.

Plataformas de Desenvolvimento em JAVA – Breve Explicação

Plataformas de Desenvolvimento em JAVA

Plataformas de Desenvolvimento em JAVA

Introdução

Java é uma linguagem de programação que permite o desenvolvimento de aplicações para uma série de plataformas. É possível ter software Java desde dispositivos pequenos, como telefones celulares, até computadores de grande porte, como os mainframes, por exemplo. Devido a essa característica, a linguagem Java conta com três conhecidos ambientes de desenvolvimento: o JSE (ou J2SE), o JEE (ou J2EE) e o JME (J2ME). Este artigo mostrará brevemente o que cada um faz e, consequentemente, o que os diferem.

Ambiente de desenvolvimento?

A linguagem Java vem sofrendo aprimoramentos desde o seu lançamento. O aumento no número de aplicações e, consequentemente, o aumento no número de bibliotecas padrão da linguagem, levou à criação de três divisões na plataforma a partir da versão 2 da linguagem: J2SE, J2EE e J2ME. Essas divisões são chamadas por alguns de ambientes de desenvolvimento. No entanto, há quem as denomine profile, plataforma, versão, entre outros.

É importante ressaltar que, a partir de 2006, passou-se a utilizar uma nova nomenclatura para essas plataformas. O número 2 foi retirado das siglas que as representam. Assim, estas passaram a ser JSE, JEE e JME.

JSE

O JSE (Java Standard Edition) é o ambiente de desenvolvimento mais utilizado. Isso porque seu uso é voltado a PC’s e servidores, onde há bem mais necessidade de aplicações. Além disso, pode-se dizer que essa é a plataforma principal, já que, de uma forma ou de outra, o JEE e o JME tem sua base aqui. Pode-se dizer também que esses ambientes de desenvolvimento são versões aprimoradas do JSE para as aplicações a que se propõem.

Por ser a plataforma mais abrangente do Java, o JSE é a mais indicada para quem quer aprender a linguagem.

JEE

O JEE (Java Enterprise Edition) é a plataforma Java voltada para redes, internet, intranets e afins. Assim, ela contém bibliotecas especialmente desenvolvidas para o acesso a servidores, a sistemas de e-mail, a banco de dados, etc. Por essas características, o JEE foi desenvolvido para suportar uma grande quantidade de usuários simultâneos.

A plataforma JEE contém uma série de especificações, cada uma com funcionalidades distintas. Entre elas, tem-se:

– JDBC (Java Database Connectivity), utilizado no acesso a banco de dados;
– JSP (Java Server Pages), um tipo de servidor Web. Grossamente falando, servidores Web são as aplicações que permitem a você acessar um site na internet;
Servlets, para o desenvolvimento de aplicações Web, isto é, esse recurso “estende” o funcionamento dos servidores Web, permitindo a geração de conteúdo dinâmico nos sites.

JME

O JME (Java Micro Edition) é o ambiente de desenvolvimento para dispositivos móveis ou portáteis, como telefones celulares e palmtops. Como a linguagem Java já era conhecida e a adaptação ao JME não é complicada, logo surgiram diversos tipos de aplicativos para tais dispositivos, como jogos e agendas eletrônicas. As empresas saíram ganhando com isso porque, desde que seus dispositivos tenham uma JVM (Java Virtual Machine – Máquina Virtual Java), é possível, com poucas modificações, implementar os aplicativos em qualquer aparelho, sendo o único limite a capacidade do hardware.

A plataforma JME contém configurações e bibliotecas trabalhadas especialmente para a atuação em dispositivos portáteis. Assim, o desenvolvedor tem maior facilidade para lidar com as limitações de processamento e memória, por exemplo. Um exemplo disso é a configuração chamada CLDC (Connected Limited Device Configuration), destinada aos dispositivos com recursos de hardware bastante limitados, como processadores de 16 bits e memórias com 512 KB de capacidade. Essa configuração contém uma JVM e um conjunto básico de bibliotecas que permite o funcionamento da aplicação Java em dispositivos com tais características.

A imagem a seguir mostra um jogo em Java que roda em dois dispositivos móveis diferentes (tirada do site http://www.msmobile.com):

JME (JAVA MOBILE)

JME (JAVA MOBILE)

Complemento: JRE

Se você não é e não pretende ser um desenvolvedor, basta ter uma JRE (Java Runtime Environment) em seu computador para executar aplicações nesta linguagem. Uma JRE é composta de uma JVM e de um conjunto de bibliotecas que permite a execução de softwares em Java.
Um fato interessante a ser contado, é que uma JRE (pelo menos a fornecida pela Sun) contém o chamado “Java Plugin”. Esse recurso permite a execução de aplicações em Java em navegadores de internet sem suporte à linguagem ou que suportam, mas com alguma particularidade.

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO – Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado 

A história do PHP

Histórico do PHP (Pré processador de HTTP)

O Php foi criado em 1994 por Rasmus Lerdof, que a principio era formada por um conjunto de scripts voltados a criação de páginas dinâmicas, onde ele utilizava para monitorar o acesso ao seu currículo na internet.

À medida que o PHP foi crescendo em funcionalidades, Rasmus teve de escrever uma implementação em C, a qual permitia que as pessoas desenvolvessem de forma simples suas aplicações para a web, Rasmus nomeou a versão do PHP e decidiu disponibilizar seu código na web em 1995, para compartilhar com outras pessoas, bem como receber ajuda para correção de bugs.

Em novembro de 1997 foi lançada a segunda versão do PHP. Logo em seguida estudantes que utilizavam php em um projeto acadêmico de comercio eletrônico, resolveram ajudar Rasmus a reescreverem todo o código – fonte, com base no PHP/FI 2, dando então o inicio do PHP 3 que foi disponibilizado em junho de 1998.

Principais Características do PHP 3

  • Extensibilidade (a possibilidade de conexão com vários bancos de dados);
  • Novos Protocolos;
  • Sintaxe mais consistente;
  • Suporte a orientação a objetos e uma nova API  (que possibilitava a criação de novos módulos e que acabou de atrair vários desenvolvedores PHP)

Referencial Teórico: PHP Programando com Orientação a Objetos

Instalando o Ruby on Rails no Windows

Para instalar o Ruby on Rails no windows 7 segue  vídeo do blog enfaTIzando – Dicas – Programação, Web, Ajax, Oracle, Redes

Ruby on Rails e a Linguagem Ruby

Ruby on Rails é uma tecnologia que permite desenvolver sites dinâmicos orientados a banco de dados e aplicações para a web – de forma semelhante a tantas outras linguagens de programação como PHP ou ASP. Porém, apesar de ser mais novo que estas duas linguagens, o Ruby on Rails vêm crescendo de forma espantosa e têm chamado a atenção de desenvolvedores de todo o mundo, isso porque ele permite aumentar a velocidade e facilidade no desenvolvimento de projetos.

Tecnicamente falando, Rails é um framework criado na linguagem de programação Ruby (daí o nome Ruby on Rails).

O Rails foi criado com o intuito de permitir o desenvolvimento ágil, com alta produtividade, escrevendo poucas linhas de código e tendo muito resultado como consequência. Aplicações que levam semanas ou meses para desenvolver em linguagens tradicionais podem ser feitas em horas ou dias com Ruby on Rails.

Ruby é uma linguagem de script interpretada para programação orientada a objetos com uma filosofia e sintaxe muito limpa que fazem com que programar seja elegante e divertido.

A linguagem foi criada no início da década de 90 no Japão e rapidamente ganhou popularidade no mundo inteiro por sua filosofia de ter foco nas pessoas.

Importante: Para se tornar um desenvolvedor Ruby on Rails pleno é importante conhecer à fundo a linguagem Ruby.

Fonte:  LIVRO APRENDENDO RUBY ON RAILS