Desenvolvimento de Software AD HOC

Quem gerencia projetos, ou já contratou empresas para executar projetos, sabe que uma das maneiras de se diminuir custos e prazos de entrega é diminuir a qualidade do produto, não utilizar processos definidos, não gerar documentação, não executar fases previstas no desenvolvimento de software e não planejar e executar testes apropriados.

É justamente aqui que se está se armando uma grande armadilha. Os envolvidos podem não estar cientes das consequências geradas da entrega do sistema desenvolvido sem ter sido dada a devida atenção à qualidade. Todo numerário economizado no desenvolvimento poderá e será gasto na geração de novas versões corrigidas que deverão ser entregues ao cliente, além de termos um custo imensurável ligado a imagem do produto e da própria empresa.

Outro efeito da falta da utilização de processos definidos e da engenharia de software é a geração de sistemas não amigáveis para uso, apresentando informações consideradas não fidedignas e com erros de funcionamento. Neste cenário, nenhum usuário se interessará em utilizar o sistema desenvolvido, fazendo que o projeto fracasse e que seja perdido todo o investimento realizado.

Imagine o cenário de um sistema de cobrança bancária, para o qual você poderia estar participando de um processo de manutenção corretiva, sem ter documentação do sistema e sem ter conhecimento das regras de negócio implementadas. Imagine também que está manutenção está relacionada à correção de informações, que estão sendo geradas incorretamente. Agora, para finalizar, imagine que o sistema possui milhares de linhas de código e você é novo na equipe, sendo que os programadores que implementaram o sistema não estão mais na empresa.

Por mais que este cenário seja assustador, podemos encontrá-lo neste exato momento em diversos lugares, enquanto você lê este artigo.

O que faltou no projeto de desenvolvimento deste tipo de sistema?

Tecnicamente, poderia citar:

  • Engenharia de Software e utilização de processos definidos
  • Utilização de metodologia de desenvolvimento de sistema alinhado ao paradigma associado ao projeto
  • Utilização de Design Patterns quando apropriado
  • Documentação adequada
  • Planejamento e execução de testes adequados

Do lado humano, poderia citar:

  • Participação no projeto de profissionais com conhecimento dos itens técnicos acima relacionados
  • Falta de percepção do patrocinador do projeto, do valor e benefícios de se utilizar os itens acima relacionados
  • Falta de conhecimento dos envolvidos no projeto, das melhores práticas de mercado para desenvolvimento de software e de seus benefícios

Já tive a oportunidade de presenciar de empresários e executivos, o seguinte comentário:

Prefiro o desenvolvimento de software sem utilizar Orientação a Objetos e processos de desenvolvimento, pois é mais barato e mais rápido de se disponibilizar o sistema para os usuários.

Desenvolver código baseado nesta ideia pode gerar as seguintes consequências:

  • Implantação de sistemas cheios de erros, constantemente entrando em manutenção;
  • Sistemas que podem não atender às expectativas dos Stakeholders;
  • Softwares com alto custo de manutenção;
  • Softwares difíceis de serem utilizados, não atendendo às necessidades dos StakeHolders;
  • Grande insatisfação dos usuários;
  • Fracasso do projeto.

O desenvolvimento de sistema sem utilizar processos, AD HOC, acaba custando muito mais caro, gerando insatisfação.

Já presenciei várias vezes, pessoas que simplesmente não queriam e não utilizavam sistemas disponibilizados pela empresa, por pelo menos um dos seguintes motivos:

  • Não confiavam nos dados por eles apresentados
  • Porque não atendiam a suas expectativas e necessidades do dia a dia
  • Porque tinham usabilidade ruim
  • Porque viviam apresentando problemas de funcionamento

O detalhe mais triste é que as empresas onde estas pessoas trabalhavam, investiram dinheiro e tentaram disponibilizar sistemas para melhorar a produtividade e diminuir custos das mesmas. O resultado foi exatamente o contrário, além de não diminuir custos, nem aumentar a produtividade, as empresas perderam todo o investimento realizado e o sistema caiu em desuso, literalmente, sendo jogado fora.

Bibliografia

Artigo Retirado de Profissionais TI

 

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Buldogue Francês – Características e Comportamentos

O Buldogue Francês é uma raça que encanta a todos, principalmente os fãs desses cãezinhos de nariz achatado.
 
País de origem: França
Ano: por volta de 1800
Função original: cão de colo
Função atual: cão de companhia
Pelagem: lisa, curta, macia e brilhante
Peso médio: 8kg a 14kg
Tamanho: aproximadamente 35cm
Expectativa de vida: 12 a 14 anos

História e Origem

Buldogue Francês

Buldogue Francês

O Buldogue Francês, também conhecido como Frenchie, é uma raça que deve sua existência a pelo menos três países: Inglaterra, França e EUA. A Inglaterra ajudou com a base da raça, que foi o antigo Buldogue. Criadores franceses transformaram esses pequenos Bulldogs em um tipo francês distinto, e criadores Americanos foram os primeiros a exigir as tão conhecidas orelhas de morcego.
 
Hoje, os Buldogues Franceses são excelentes cães de companhia, e um dos cães mais especiais que existe. Sua carinha engraçada e seu temperamento divertem as pessoas enormemente, então é difícil passear com um Frenchie sem chamar atenção.

Cores da pelagem

Buldogue Francês

Buldogue Francês

A classificação das cores de Buldogues Franceses é objeto de estudo e de muitos debates de vários criadores no Brasil e no mundo. Infelizmente, o Padrão da Raça não é muito específico ao tratar de cores de pelagens e pode abrir margens às interpretações pessoais dos criadores.

De modo simples, as cores de pelagem de um Bulldog Francês podem ser simplesmente descritas como fulvo, com uma variedade de marcações e tons possíveis. O fulvo pode variar de tom desde o vermelho vivo e intenso ao café-com-leite e o dourado claro quase creme. As outras diferenças são devidas a variações de marcações, que variam desde o tigrado (listras negras em grau variável de repetição e grossura, que preenchem o fundo fulvo), até o pied (várias marcações tigradas com fulvo em um fundo branco) e o fulvo com máscara negra (fulvo, em suas tonalidades diferentes, com uma máscara negra clássica em sua face e, às vezes em algumas linhagens, em seu dorso também). São infinitas variações de tipos de marcação, de padrão, tamanho e localização nesses parâmetros.

Algumas cores como o azul, o cinza, o preto com marrom, o marrom e o fígado, não são reconhecidas pelo Padrão da Raça e são motivos de desclassificação em exposições de estrutura e beleza. Pequenas pintas escuras em cães pied são chamadas de ticking e não são almejadas. Não há uma tradução adequada para a palavra “pied” em português. Os exemplares completamente brancos sem marcações são classificados dentro dos “pieds” para fins de exposições caninas; mas seus cílios e contorno dos olhos devem ser pretos assim como os dos outros Buldogues Franceses.

Temperamento

Buldogue Francês

Buldogue Francês

O temperamento do Buldogue Francês também confere um tom especial à raça, são cães normalmente alegres, calmos, companheiros, brincalhões e muito inteligentes. Como todas as raças de companhia, eles necessitam, acima de tudo, de contato constante com humanos. Suas necessidades de exercícios são mínimas e variam de cão para cão. Sua natureza calma os torna grandes escolhas para aqueles que vivem em apartamento, assim como sua falta de interesse em latir.
 
Sendo uma raça de cara achatada, é essencial que seus futuros donos entendam que Buldogues Franceses não devem viver fora de casa. Seu sistema de respiração comprometivo não os permitem regular suas temperaturas eficientemente. Além do mais, os Bulldogs Franceses são bem pesados e podem ter dificuldade em nadar. Sempre cuidado quando exercitar seu Buldogue Francês no calor.
 
O nível de energia de um Buldogue Francês pode variar de hiperativo e energético até a relaxado e calmo. Mas geralmente é comum que o filhote seja mais ativo até os 12 ou 18 meses, quando ele se torna efetivamente um adulto e começa a acalmar.
 
O Buldogue Francês é uma raça essencialmente com sangue bull e sangue terrier. Portanto, não é nenhuma surpresa que os problemas podem surgir quando dois cães dessa raça se juntam, principalmente quando são do mesmo sexo. Donos que estão considerando adicionar um segundo cão à sua família são geralmente advertidos e aconselhados a escolherem cães de sexo oposto. A castração pode fazer muito a fim de ajudar a diminuir essas tendências antes mesmo delas começarem.

Com a família

Buldogue Francês

Buldogue Francês

Ele até escolhe um dono preferido, mas é festeiro com todos da casa. Adora colo, carinho e demonstrações de afeto em geral. Embora não seja particularmente absorvente, não perde uma oportunidade de se aproximar para ganhar um cafuné. Recebe as pessoas com alegria e, se não for desestimulado desde cedo, com muitas lambidas de amor. Também é de seguir os donos pela casa, oferecendo companhia em tempo integral.

Com pessoas estranhas

Salvo Buldogues que crescem enclausurados e afastados do convívio social, o que não é nada indicado, os cães da raça são simpatia pura com todo mundo. Podem dar três ou quatro latidos para avisar que as visitas chegaram, mas nada que represente hostilidade. Pelo contrário. Já recepcionam os visitantes abanando a cauda, que, aliás, de tão curta, ocasiona um típico rebolado geral na região posterior. Também pede carinho aos convidados e, volta e meia, os chama para brincar, levando seus brinquedos até eles.
 
Se ele crescer longe do convívio com a garotada, pode se assustar quando for apresentando à típica energia ruidosa dos baixinhos humanos. Sua tendência, contudo, é manifestar seu receio procurando um recanto escondido e não se mostrando agressivo. Já exemplares acostumados com crianças tendem a ser tolerantes com elas e receptivos às suas brincadeiras. Vale lembrar que o Buldogue Francês, por ser pequeno, pode sair machucado se a folia passar dos limites. Por isso, supervisione a relação caso os pimpolhos sejam muito pequenos ou estejam muito agitados.

Com outros cães e animais

Nem sempre o convívio entre exemplares machos – seja dois Buldogues ou um Buldogue e um cão de outra raça – funciona. Há vários relatos de conflito. Por outro lado, há também diversos casos de amizade harmoniosa. O sucesso ou fracasso dessa relação parece regido pelo espírito de liderança dos cães envolvidos: é importante que haja no máximo um líder na história. Já entre fêmeas, embora haja exceções, o convívio tende a ser pacífico. E com outros animais, desde que o Buldogue tenha crescido com eles, o dia-a-dia é promessa de paz e união. De forma geral, no entanto, os exemplares da raça tendem a aceitar os bichos com os quais convivem e não os desconhecidos. Por isso, se a idéia é introduzir um novo colega do reino animal no território de um Buldogue adulto, recomenda-se um período de adaptação devidamente supervisionado.

O Buldogue Francês late muito?

Discreto por natureza, o Buldogue Francês late pouco e, quando o faz, é em tom rouco e baixo. Só se manifesta com latidos quando chegam visitas ou diante de acontecimentos que fujam da rotina. Mesmo assim, histeria não é com ele. Dá o seu aviso e logo se aquieta novamente. A vizinhança agradece.

Destrutividade

Na infância, especialmente na fase de troca dos dentes, ele até apronta suas travessuras. Mesmo assim, nada de excepcional nem que não seja facilmente contornado com a devida orientação da família e com oferecimento de brinquedos apropriados. Quanto aos adultos, o mais comum é que não desapontem a família. Os raros casos de exemplares destruidores estão associados a donos significativamente ausentes e a ambientes desestimulantes, sem brinquedos nem qualquer tipo de atração para os cães.

Obediência

Ele não é dos mais obedientes. Mas, graças à natureza bem-comportada e pouco destruidora, as teimosias da raça não costumam se transformar em problemas de convívio. No conhecido ranking de obediência canina publicado no livro A Inteligência dos Cães, do psicólogo Stanley Coren, o Buldogue Francês obteve a 58a colocação entre as 79 estabelecidas. A avaliação do resultado detalha: os exemplares da raça tendem a repetir um mesmo exercício de adestramento por mais de 25 vezes até que demonstrem compreendê-lo. E geralmente só o assimilam totalmente após expostos a ele de 40 a 80 vezes. No dia-a-dia, contudo, quando a questão principal é seguir as normas domésticas e respeitar as vontades dos donos, o estilo desobediente exige apenas uma dose extra de paciência dos familiares para repetir duas ou três vezes alguns dos chamados e das ordens que o Buldogue insistir em ignorar.

O Buldogue Francês é muito agitado?

O Buldogue Francês é medianamente ativo. Gosta de brincar com pessoas, com outros cães e até sozinho. Também nunca dispensa convites para atividades mais enérgicas. O focinho achatado, no entanto, que interfere na respiração, impede que tenha grande resistência. Os donos, por sua vez, devem evitar que ele extravase sua energia. Há relatos de exemplares que, por terem se agitado demais, acabaram com graves complicações cardiorespiratórias. O lado sossegado da raça também se manifesta com freqüência. O Buldogue é daqueles que ficam horas assistindo à TV ao lado da família.

Inteligência

Ele se destaca quando o assunto é associar causa e efeito dos acontecimentos. É do tipo que sabe quando os donos estão de saída só por vê-los se arrumando e que reconhece a hora do passeio porque alguém pegou a coleira. Também resolvem alguns probleminhas por conta própria. Como são calorentos, não é raro que, em dias quentes, virem a vasilha de água para deitar sobre o chão molhado ou mesmo que entrem nela para uma refrescada mais caprichada. Justamente por isso, os criadores experientes recomendam cautela. Há casos de exemplares que optaram por mergulhar nas piscinas da casa. Acabaram afogados por não conseguir sair delas.O Buldogue é o 58º no ranking de inteligência.

FONTE: Tudo sobre Cachorros

Crescimento do Big Data deve incentivar o surgimento de novos negócios

BIG DATAPesquisa realizada pela ABES (Associação Brasileira de Empresas de Software) e pela IDC mostra que o Big Data terá investimento de US$ 426 milhões no Brasil em 2014. O estudo também revela que as empresas estão aprimorando suas estruturas de análise de dados, mas devem enfrentar escassez de mão de obra especializada.

Além disso, o crescimento do Big Data deve incentivar o surgimento de novos negócios referentes à analytics, como empresas Data Brokers ou Analytics Providers.

O levantamento também aponta que os data centers estão em alta. A necessidade de otimização (térmica, elétrica e, principalmente, de gestão) provocará um ciclo de renovação nos data centers mais antigos. Segundo a pesquisa, a busca por Colocation e Hosting continuará, apesar do crescimento na contratação de IaaS nos próximos meses.

Falando em Big Data…

O Big Data ganhou destaque na Copa do Mundo, pois a seleção da Alemanha, campeã da competição, usou a tecnologia para customizar o treinamento de cada jogador.

O resultado inspirou outros clubes. No mês passado, o Grêmio anunciou que também aderiu ao Big Data. O conjunto de soluções tecnológicas, que também estará à disposição do juvenil, deve potencializar a formação dos atletas e da equipe.

O Bayern de Munique também levou o Big Data para os gramados. Com isso, o clube  poderá monitorar, por exemplo, comportamentos que costumam levar a lesões. Dessa forma, será possível focar na saúde e na condição física dos jogadores.

Além disso, o Big Data deverá ajudar na parte tática, mostrando o comportamento de jogadores em treinos e em jogos. Os times de base também serão beneficiados com a análise de dados.

Outras tecnologias

Atual bicampeã do Campeonato Alemão e participante da Champions League, a equipe do Bayern de Munique também usa ferramentas tecnológicas para melhorar a experiência do usuário e ampliar a presença global.

Com a ajuda das tecnologias de CRM (Gestão de Relacionamento com Cliente), o clube alemão pode personalizar a experiência do usuário com dados coletados no site do time, por exemplo, e ficar mais conectado com os milhões de torcedores ao redor do mundo.

Fonte: Stefanini

Administração: Registrando sua empresa

Registrando sua empresaO registro de uma empresa compreende os procedimentos burocráticos necessários para a formalização do empreendimento. Esse registro varia de acordo com a região onde ela se encontra e depende do tipo de sociedade constituída.

 

 

Junta Comercial

Registrando sua empresa

Registrando sua empresa na Junta Comercial

É o órgão estadual onde será registrado o nome da empresa. Antes de registrá-la, é feita uma pesquisa para saber se já existe alguma empresa registrada com o mesmo nome.

 

Receita Federal

 Receita Federal

Receita Federal

É órgão que regulamenta e fiscaliza a vida financeira das empresas. Para fazer essa fiscalização é registrado o CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – da empresa, que é o CPF das empresas.

 

 

Secretaria da Fazenda

Registrando sua empresa no Ministério da Fazenda

Registrando sua empresa no Ministério da Fazenda

Devem ser registradas nesse órgão as empresas que trabalham com venda de mercadorias. No ato do registro, as empresas recebem um número chamado Inscrição Estadual.

 

Instituto Nacional de Seguro Social (INSS)

É o órgão do Governo Federal que faz o pagamento dos aposentados e pensionistas, de auxílio-doença, entre outros benefícios. Ele é calculado por meio de um percentual retirado do salário do trabalhador. Esse percentual está de acordo com a sua faixa salarial.

 

Sindicatos

São organizações que protegem os direitos dos trabalhadores de determinadas classes de trabalho.

Existem também os Sindicatos Patronais, que protegem os direitos das empresas e dos patrões. As empresas devem ser registradas nos dois sindicatos obrigatoriamente.

Órgãos de Classe

São órgãos federais e estaduais que representam profissionais de uma determinada classe. A empresa deve ser registrada em órgãos de classe, para saber se os profissionais contratados são registrados e habilitados.

ÓRGÃOS DE CLASSE
Devem ser Registrados no(a):
Administradores CRA – Conselho Regional de Administração
Enfermeiros COREN – Conselho Regional de Enfermagem
Analista de Sistemas CREI – Conselho Regional de Informática
Educador Físico CREF – Conselho Regional de Educação Física
Corretor de Imóveis CRECI – Conselho Regional de Corretores de Imóveis
Psicólogos CRP – Conselho Regional de Psicologia

 

Bibliografia

CONARQ – Conselho Nacional de Arquivos

CAMARGO, Ana Maria de Almeida; BELLOTTO, Heloisa Liberalli.

CHIAVENTAO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração: Uma visão abrangente da moderna Administração das organizações – 7ª Ed. Rev. E Atual. – Rio de Janeiro: Elsevir, 2003.

 

Conformidade legal do software: como administrar?

Conformidade legal do software: como administrar?Na era do SDx, software é um elemento difundido em quase todos os produtos e processos, e com o tempo, as fontes estão sendo multiplicadas. Elas incluem desenvolvimento interno, fornecedores de sub-sistemas e chips, contratos terceirizados, repositórios de código aberto e trabalhos anteriores de desenvolvedores. E, diferente de hardware, o software é facilmente acessado, replicado, copiado e reutilizado. A adoção não-gerenciada e a falta de cuidado com licenciamento e direitos autorais pode se transformar em uma grande dor de cabeça. Inúmeros processos judiciais destacam os riscos do negócio e os enormes custos quando a conformidade legal do software não é feita corretamente – custos decorrentes de processos judiciais, recalls, correções de problemas pós-lançamento e perda de oportunidades de marketing.

Principais aspectos da conformidade legal Garantir conformidade para obrigações legais implica seguir três principais aspectos:

  1. Definição de uma política corporativa (ou específica) de propriedade intelectual que precisa ser usada para todos os serviços e produtos associados.
  2. Auditoria de software para determinar todas as implicações legais associadas à política de propriedade intelectual.
  3. Correções necessárias – legais ou de desenvolvimento intensivo – para que todos os componentes de softwares fiquem de acordo com a política de propriedade intelectual.

A política deve ser definida de acordo com ambos os objetivos de negócio da organização e dos processos de engenharia. O processo requer, portanto, o envolvimento de administradores de negócios e engenharias, além de um conselho legal. A política deve ser clara e aplicável. Deve ser captada para distribuição e aplicação no desenvolvimento e qualidade de serviços de seguros.

Sob a perspectiva de um comprador de software corporativo, todos os softwares escritos externamente devem passar por uma auditoria sobre a política de propriedade intelectual da empresa. Se o software já passou por isso do lado do fornecedor, então melhor ainda, mas é importante considerar a utilização do software em nível corporativo.

Questões de propriedade intelectual afetam mais do que o conteúdo do software: elas interferem na utilização e as empresas devem estar cientes dos potenciais problemas de conformidade em toda a cadeia. Auditoria e detecção podem ser realizadas por ferramentas automatizadas ou por meio de auditoria manual.

Qualquer “conserto” necessário para tornar o software legalmente aceitável pode ser complexo. Alguns componentes podem precisar de substituições completas devido a possíveis infrações. Isso pode sair caro, já que os novos componentes de softwares precisam ser encontrados e o software, em geral, terá de ser testado novamente.

Em outros casos, talvez seja suficiente formalizar a assunção de obrigações requeridas por licenciamento ou direitos autorais e assegurar o acompanhamento. Em todos os casos, quanto mais cedo às questões legais forem resolvidas menores serão os gastos para as empresas caso ocorra algum problema.

As obrigações legais vão além do processo de desenvolvimento e precisam ser tratadas com concepção. Os elementos críticos de uma gestão efetiva de software de IP em uma organização são:

  1. Existência de uma política de IP para cada processo e um procedimento para disseminá-lo e aplicá-lo. As políticas corporativas de propriedade intelectual devem ser baseadas nos objetivos de negócios das empresas e devem ser claros e aplicáveis.
  2. Processos e ferramentas para determinar as obrigações legais e administrar a propriedade intelectual do software criado e/ou adquirido na organização.
  3. Software que Lista de Materiais (da sigla em inglês, BoM) que registra completamente os componentes do produto, sua proveniência e as obrigações de licenciamento que ele acarreta. Um BoM adequado é fundamental para determinar as obrigações legais de um software.
  4. Seguro e suporte para consumidores preocupados com a qualidade e situação de IP do software oferecido.

Esses elementos fornecem uma base para as obrigações legais necessárias para a utilização segura de um software. Integrar medidas conscientes para cumprimento das normas no processo de desenvolvimento, além de incorporar aspectos de administração efetiva de propriedade intelectual dos softwares na organização agora são questões essenciais para qualquer entidade preocupada com softwares.

FONTE: CIO

A evolução da raça canina

Os cães são descentes próximos dos lobos, animais que costumavam ser anti-sociais e não gostar da presença humana, porém com o tempo, alguns desses animais foram evoluindo e crescendo em meio ao convívio humano. Nesse período de evolução ocorreu a divisão dos lobos em duas classes distintas, a dos lobos selvagens e a dos que aceitavam a presença humana.

Genealogia dos cães e sua evolução

Com o passar das épocas estas duas classes foram se distinguindo cada vez mais, os lobos desenvolveram-se pra caça, uma vez que não eram alimentados por nós seres humanos, já os “lobos amigáveis” foram ficando cada vez mais próximos de nós. E 15 mil anos depois desse início de amizade, ganharam o nome de Canis familiaris, separando-se totalmente, ou quase, da espécie que descendia. Alguns hábitos foram mantidos, porém alguns cães foram deixando de lado a caça como meio de sobrevivência e também deixando de se juntar em matilhas e passando a viver com a família do seu dono.

Evolução dos Cães

As características que permaneceram, como habilidade de caça e de proteger o ambiente em que vive, por exemplo, foram sendo utilizadas pelo homem através do tempo como forma de auxiliar a vida humana, facilitando trabalhos que antes eram mais difíceis de executar.

Cães Pastoreiros

Por volta de 9.000 a.C. os cães começaram a serem utilizados em pastoreio de gado e ovelhas, onde eram ensinados a guiá-los e protegê-los até mesmo dos lobos selvagens. Gerando assim uma “sensação” com os animais que passaram a ser altamente cobiçados. Estes animais basicamente eram empregados e trabalhavam pra comer, que era como um pagamento pelos serviços prestados.

Cachorros domesticados

Com a revolução industrial algumas coisas mudaram, muitos cães foram ficando “desempregados” devido à migração em massa das pessoas do campo, para a cidade e assim muitos acabaram morrendo, resultando assim em uma peneiragem dos animais, que só passavam a ser criados nas cidades se fossem suficientemente de raça dócil.

Divisão de raças

Deixando de ser usados como cães de caça, alguns cães passaram a ser usados em rinhas ou exibidos em dog shows que tiverem início na década de 1830, onde os prêmios eram divididos por raças, o que acabou por gerar estimulo para criação de novas raças que resultou nessa variedade de animais que existentes e que surgem a cada ano.

Com toda certeza essa corrida por novas raças veio pra ficar, de maneira que futuramente os cães podem ser ainda mais diferentes do que foram um dia ou do que são hoje, pois as raças estão em contínua mutação, seja ela com a ajuda do homem, ou não.

Fonte: Dogdogs

O que é necessário para abrir uma empresa

Para abrir uma empresa, você deve ter uma iniciativa empreendedora. O segundo passo é a definição do negócio.

Ao iniciar um negócio próprio é necessário:

Abrindo uma Empresa

Abrindo uma Empresa

  •  Tomar Decisões: Quando você administra, está tomando decisões, e vice-versa. Decisões são escolhas que você faz com resultado da análise de alternativas que surgem da avaliação de problemas e oportunidades;
  • Trabalhar com as pessoas: O principal recurso das empresas são as pessoas. O administrador ou empreendedor precisa de pessoas para fazer a empresa funcionar, alcançar objetivos e crescer. Para trabalhar de forma certa o gestor precisa trabalhar com liderança, motivação e negociação;
  • Processar Informações: Você precisa interpretar, entender e analisar as informações para tomar decisões corretas sobre o desempenho das pessoas e da empresa. Existem diversas órgãos que fornecem orientações e apoio para a criação de uma empresa. Relacionaremos abaixo alguns dos mais importantes.

Procure um Contador

Abrir uma empresa não requer apenas o capital e a escolha do negócio. Para resolver os tramites legais e burocráticos, procure um contador. Deve-se escolher um profissional com experiência para que a abertura da empresa seja feita da forma mais correta e o mais rápido possível.

Incubadoras

Muitas pessoas tem uma ideia e vontade de abrir uma empresa, mas enfrentam dificuldades, como capital insuficiente, desconhecimento do mercado e inexperiência administrativa e, por conta disso, acabam fechando as portas antes de completar uma não de existência. As incubadoras oferecem apoio necessário às pequenas empresas nos seus primeiros anos de existência.

Órgãos de Informação e apoio

Além das incubadoras, podemos recorrer a inúmeros órgãos que apoiam as pequenas empresas com relação a informação, apoio e financiamentos.

Identificando as Oportunidades

Uma pessoa com perfil empreendedor consegue identificar as oportunidades simplesmente ao andar pelas ruas e observar os empreendimentos já estabelecidos, as pessoas e os nichos de mercado, diferente das pessoas comuns.

Necessidade dos Consumidores

Um empreendedor consegue identificar as necessidades dos consumidores e desenvolver negócios baseados nessas necessidades. Um exemplo hoje em dia é o marido de aluguel (profissional que faz serviços elétricos, hidráulicos, de pintura, instalações e pequenos reparos em residências, inicialmente criado para atender a necessidade de mulheres divorciadas e solteiras, mas que se expandiu e hoje atende até empresas).

Aperfeiçoamento do Negócio

A observação da insatisfação ou de novas necessidades dos clientes por meio de pesquisa de satisfação pode aperfeiçoar e adequar seu produto ou seus serviços aos clientes, como, por exemplo, delivery, melhoria no atendimento aos clientes, inserção de novos produtos, programa de fidelidade e etc.

Análise de Riscos

O empreendedor deve conhecer todos os pontos que oferecem riscos ao negócio. Esses pontos podem oferecer maiores ou menores riscos.

A análise deve ser permanente devido à evolução do ambiente organizacional; caso apareçam situações de ameça, a organização deve estar preparada para enfrentá-las.

 

Bibliografia

CONARQ – Conselho Nacional de Arquivos

CAMARGO, Ana Maria de Almeida; BELLOTTO, Heloisa Liberalli.

CHIAVENTAO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração: Uma visão abrangente da moderna Administração das organizações – 7ª Ed. Rev. E Atual. – Rio de Janeiro: Elsevir, 2003.