O que são Gateways de Pagamentos ?

Lógica de uma compra Web

Lógica de uma compra Web

Gateways de Pagamento são interfaces utilizadas por empresas de e-commerce que servem para a transmissão de dados entre clientes, comerciantes e seus bancos. Os Gateways de Pagamento são utilizados pelas empresas que fazem negócios online para processar pagamentos com cartão de crédito, e também podem ser equipados para serem utilizados em pagamentos via telefone. Um grande número de companhias oferecem tais serviços, a taxas que podem variar dependendo das políticas da empresa e os tipos de serviços que oferecem.

Um Gateway de Pagamento funciona basicamente como um terminal de cartão de crédito visto em lojas tradicionais de varejo. Quando um cliente envia informações de seu cartão de crédito, a informação é codificada e transmitida através do Gateway de Pagamento. A interface envia as informações para o banco do cliente, confirmando se o cartão é válido e se existem fundos suficientes disponíveis ou de crédito para que se processe o pagamento, enviando a aprovação caso tudo esteja correto. Esta informação é armazenada, permitindo que o comerciante apresente uma listagem de todas as transações realizadas a seu banco, para posteriormente receber os fundos.

Os Gateways de Pagamento permitem que os comerciantes processem cartões de crédito com segurança e praticidade. Ele protege os comerciantes contra cartões roubados, falsificados ou sem fundos suficientes para realizar uma transação. Eles também oferecem segurança aos consumidores, uma vez que os comerciantes não têm acesso aos dados financeiros, como o número do cartão, protegendo-os de criminosos que atuam na internet.

Ao utilizarem Gateways de Pagamento, os comerciantes geralmente almejam segurança, que seja compatível com sua plataforma de e-commerce e bancos, e que haja um suporte ágil e eficiente em caso de necessidades. Há diversos pacotes que incluem o Gateway de Pagamento junto com outras soluções para empresas de e-commerce.

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Departamento de Pessoal: Férias

Férias

Férias

Período de descanso definido pela CLT, art. 129 “Todo empregado terá direito anualmente ao gozo de um período de férias, sem prejuízo da remuneração”. O período aquisitivo inicia-se da data de admissão até a conclusão de um ano de trabalho. A cada mês trabalhado, o emprego adquire 2,5 dias de férias totalizando, mínima de 30 dias ao empregado o início do gozo das férias.

Quando o trabalhador sair de férias, receberá o salário do mês acrescido de mais um terço (1/3). Este pagamento deverá ser realizado em até dois dias antes do início do período de férias. Neste momento, o trabalhador dará quitação do pagamento, em recibo, no qual deverão constar as datas de inicio e término do respectivo período das férias.

O empregado tem o direito, ainda, de optar pelo abono pecuniário e pela antecipação da primeira parcela do 13º salário. Para tanto, estas opções deverão ser solicitas à empresa com antecedência de 30 dias ao vencimento do período aquisitivo. Considera-se para o efeito do cálculo de férias, todos os valores recebidos em salários bem como os extras e adicionais, durante o período aquisitivo, atentando se as estes valores para cálculo em situações que seja necessário se retirar médias.

É direito da empresa descontar as faltas injustificadas cometidas pelo empregado durante o período aquisitivo, conforme se vê abaixo:

Nº de Faltas injustificadas no período aquisitivo

Período

de

Gozo de Férias

Até 5

30 dias corridos

De 6 a 14

24 dias corridos

De 15 a 23

18 dias corridos

De 24 a 32

12 dias corridos

Acima de 32 faltas: não tem direito às férias.

As faltas que não podem ser descontadas nas férias do trabalhador são:

  • Falecimento do cônjuge, ascendentes, descendentes, irmão ou pessoa, declarada em Carteira de Trabalho, que viva sob sua dependência econômica (até dois dias consecutivos);
  • Casamento (até três dias consecutivos);
  • Nascimento de Filho (até cinco dias, no decorrer da primeira semana);
  • Doação voluntária de sangue devidamente comprovada (um dia a cada doze meses de trabalho);
  • Alistar-se como eleitor (até dois dias consecutivos ou não);
  • Cumprir as exigências do Serviço Militar (pelo tempo que se fizer necessário);
  • Provas de exames vestibular para ingresso em estabelecimento de ensino superior (dias em que estiver comprovadamente realizando as provas);
  • Quando tiver que comparecer a juízo (pelo tempo que se fizer necessário).

Não terá direito às férias o empregado que, no curso do período aquisitivo:

a) Deixar o emprego e não for readmitido dentro dos 60 dias subsequentes à sua saída;

b) Permanecer em gozo de licença, com percepção de salários, por mais de 30 dias;

c) Deixar de trabalhar, com percepção de salário, por mais de 30 dias em virtude de paralisação parcial ou total dos serviços do empregador;

d) Tiver percebido da Previdência Social prestações de acidente de trabalho ou de auxílio-doença por mais de seis meses, embora descontínuos.

A lei considera que o ideal seja que as férias se deem em período corrido. Mas, como nem sempre é possível ter os 30 dias corridos de férias, o funcionário e a empresa podem entrar em acordo para que sejam divididas em duas partes. Neste caso, a única exigência é que nenhum dos períodos seja menor que dez dias. Menores de 18 e maiores 50 anos são obrigados a terem férias em um só período.

Artigo 130-A – Na modalidade do regime de tempo parcial, após cada período de doze meses de vigência do contrato de trabalho, o empregado terá direito a férias, na seguinte proporção:

  1. Dezoito dias, para a duração do trabalho mensal superior a vinte e duas horas, até vinte e cinco horas;
  2. Dezesseis dias, para a duração do trabalho semanal superior a vinte horas, até vinte e duas horas;
  3. Quatorze dias, para a duração do trabalho semanal superior a quinze horas, até vinte horas;
  4. Doze dias, para a duração do trabalho semanal superior a dez horas, até quinze horas;
  5. Dez dias, para a duração do trabalho semanal superior a cinco horas, até dez horas;
  6. Oito dias, para a duração do trabalho semanal igual ou inferior a cinco horas.

Parágrafo Único – o empregado contratado sob o regime de tempo parcial que tiver mais de sete faltas injustificadas ao longo do período aquisitivo terá o seu período de férias reduzido à metade.

Referencial Bibliográfico

SILVA, Marilene Luzia da. Administração de Departamento Pessoal 8 ed. – Érica

CAIEIRO, Rubens. Manual de Departamento Pessoal – 4 ed. – STS

Inadimplência

inadimplenciaTodos os dias ocorrem inúmeras operações financeiras envolvendo pessoas físicas, jurídicas e bancos, as mais comuns são os empréstimos e financiamentos. Quando os prazos firmados para o pagamento das prestações não são cumpridos, podemos dizer que há inadimplência. Para deixar claro, inadimplência é o não cumprimento das responsabilidades assumidas. No exemplo do financiamento, é o não pagamento da prestação na data definida.

Consumidores inadimplentes trazem sérios problemas à saúde financeira da empresa. Deve haver, por parte das empresa, um controle rigoroso e permanente, a fim de reduzir os transtornos causados pelos atrasos constantes nos pagamentos.

Vamos identificar os prováveis motivos que levam um cliente a ser inadimplente: má fé, desemprego, compras para familiares, dificuldades financeiras pessoais, gastos excessivos, redução da sua capacidade de renda, doenças, viagens, compulsividade e etc.

Controle da inadimplência

É necessário identificar os fatores que a ocasionaram a inadimplência, afim de definir medidas preventivas que sejam realmente eficazes. As medidas a serem tomadas devem ter como objetivo controlar o aumento da inadimplência, buscando sempre a redução, até atingir índices mínimos aceitáveis pela empresa.

Verifica-se, por exemplo, que em alguns setores da economia as vendas efetuadas no mês de Abril trazem, para a empresa, complicações nos recebíveis dos três primeiros meses seguintes. Dependendo da atividade do setor, são exatamente estes meses em que ocorrem as quedas nas vendas, criando, para essas empresas, dificuldades reais de caixa.

As empresas devem definir políticas rígidas para a liberação do crédito. Se o pagamento for com cheque, exigir documentos originais como RG, CPF e fazer a identificação física e visual do documento, efetuar a confirmação dos dados informados pelo cliente por telefone fixo, consultar ao SPC, Serasa, Telecheque desenvolver uma sistemática de atualização periódica das informações relativas ao clientes, trabalhar com cartões de crédito e cartões de débito. Essas práticas reduzem, de forma significativa, a inadimplência.