O que é Design Patterns ?

Design Patterns

Design Patterns

Os Design Patterns ou Padrões de Projeto, como são conhecidos, são conceitos ou modelos orientados a objetos visando solucionar problemas no desenvolvimento de softwares. Estes padrões possuem finalidades particulares que podem ser aplicadas para controlar a estrutura, a criação e o comportamento das classes e dos objetos em uma aplicação. Dependendo da situação em que esses projetos forem aplicados, é possível notar uma redução considerável na complexidade do software em virtude da reutilização de código-fonte e de componentes.

Apesar de existir 23 padrões de projeto, é praticamente inviável implementar todos eles em uma única solução, afinal, utilizar padrões de projeto sem um propósito é uma má prática. É preciso haver um motivo real para a implementação, ou seja, uma situação em que se pode comprovar de que o padrão de projeto será uma solução adequada para o problema. Caso contrário, a implementação pode aumentar a complexidade do programa e afetar também o desempenho da aplicação.

Uma das dúvidas mais frequentes relacionadas a padrões de projeto é saber onde, quando e como utilizá-los. Em primeiro lugar, o engenheiro de software deve ter sólidos conhecimentos em Programação Orientada a Objetos e um bom nível de abstração, ou seja, a Orientação a Objetos é a base essencial para compreender os padrões de projeto. Em segundo lugar, é necessário conhecer o objetivo principal de cada padrão de projeto para que seja possível fazer um estudo da viabilidade para solucionar um problema no software. No entanto, mesmo com esse conhecimento técnico, é comum alguns engenheiros não conseguirem identificar as situações ou os módulos que devem receber a implementação dos padrões. Portanto, em terceiro lugar, o profissional também deve ter um domínio satisfatório da regra de negócio do cliente. A consolidação de todas essas experiências é o que permite a seleção e a aplicação consciente dos padrões de projeto no desenvolvimento do software.

Fonte: Profissionais TI

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TI Verde: Sustentabilidade na área da Tecnologia da Informação

A TI Verde – Tecnologia da Informação Verde, surgiu em 2005. É um termo mais recente que o conceito de sustentabilidade, usado pela primeira vez em 1972 e difundido pela ONU em 1985. Com a evolução da Tecnologia da Informação acontecendo de forma muito rápida, os equipamentos tornam-se obsoletos em pouco tempo de uso, com isso, questiona-se: o que acontece com esses equipamentos? onde serão descartados? Muitos computadores vão para o lixo comum, no qual podem despejar várias substâncias tóxicas e com isso agredir o meio ambiente, prejudicando tanto a saúde humana quanto a vida de outros seres.

Outra forma comum de descarte é a incineração, onde a fumaça produzida prejudica a atmosfera com substâncias inadequadas para a natureza. Por esses e outros motivos surgiu o conceito TI Verde, que é um conjunto de políticas e práticas capazes de garantir que a atividade de uma empresa atinja o menor impacto ambiental possível, viabilizando menores gastos de energia, economia dos recursos e matéria prima especializada através da utilização de normas e padrões “verdes”.

Mesmo que a TI Verde não esteja sendo praticada por todos, a importância do conceito cresce na sociedade, pois a sustentabilidade é uma preocupação constante. Todas as empresas pensam em um modo de se tornarem sustentáveis, já que a preocupação ambiental é assunto recorrente.

Um computador ligado uma/hora por dia consome 5kwh/mês, e que ao final de um ano, emite 18 kg de CO² no ambiente, isso significa que ao se reduzir uma hora do tempo de operação de um computador doméstico, implica na redução da emissão de CO² equivalente à emissão de um carro a gasolina percorrendo 120 km/h (AKATU, 2011).

Leia mais: Profissionais TI

Autores:

  • Flávio Luiz de Azevedo BRAYNER
  • Paulo Gustavo Sabino RAMOS
  • Patrícia Verônica de Azevedo BRAYNER